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Santos deve investir em plataforma para viabilizar reunião virtual no Conselho

Redação

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Santos deve investir em plataforma para viabilizar reunião virtual no Conselho

O Santos deve investir em uma plataforma estrangeira para viabilizar a primeira reunião virtual da história do Conselho Deliberativo nas próximas semanas.

A Tecnologia de Informação (TI) do Peixe procurou Marcelo Teixeira, presidente do Conselho Deliberativo, no fim da manhã da última quinta-feira, depois de matéria da Gazeta Esportiva apontando uma resposta negativa para um encontro online.

O Alvinegro é parceiro da Microsoft, mas a ferramenta Teams não permite o silêncio no microfone dos participantes enquanto o anfitrião administra a reunião. O barulho entre todos os conselheiros atrapalharia a conversa.

O Santos, então, colheu informações do modelo corporativo do ZOOM. O programa permite até 300 convidados, com duração de cinco horas, acesso via e-mail, bloqueio de áudio e vídeo de participantes quando necessário e inserção no domínio do site oficial do Peixe, além de gravação na nuvem.

O ZOOM requer compra do plano mensal via cartão de crédito internacional e o Conselho Deliberativo pode utilizar seu orçamento para aquisição nos próximos dias, após testes com um grupo determinado de pessoas. Outra alternativa é a Avaya Spaces. Haverá avaliação de custo, tecnologia e segurança antes da definição.

O Peixe informa que não possuía o serviço pois não via necessidade antes do início da quarentena por causa do novo coronavírus. A demanda do Conselho Deliberativo necessita de aprovação do presidente José Carlos Peres, mesmo que o dinheiro não saia diretamente da diretoria.

A última reunião do Conselho do Santos ocorreu em 26 de novembro. Um encontro seria realizado em 16 de março e previa votação sobre as contas reprovadas em 2018, mas precisou ser cancelado por causa da quarentena causada pelo novo coronavírus.

Marcelo Teixeira pretende estruturar o Conselho Deliberativo para novas reuniões virtuais, formais ou informais, depois da pandemia. O objetivo é acostumar os conselheiros com a tecnologia.

“A presença em reuniões e as votações no próprio plenário do Conselho já deveriam ser eletrônicas e informatizadas. Cada conselheiro com sua senha de acesso… Inadmissível não utilizarmos esses recursos e ferramentas”, disse o presidente, à Gazeta Esportiva. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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