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Retrospectiva-2018: Palmeiras ganha gás com retorno de Felipão e é decacampeão brasileiro

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Retrospectiva-2018: Palmeiras ganha gás com retorno de Felipão e é decacampeão brasileiro

Após vice paulista, time se reergue no segundo semestre com a volta do treinador

Chegou a hora de relembrar como foi o ano do Palmeiras. Passado um início frustrante com a perda do título paulista em casa, o time conseguiu se reerguer após a Copa do Mundo com uma troca no comando técnico. Foi longe nas demais competições e terminou a temporada campeão brasileiro.

Reforço de Seleção

Das oito contratações que chegaram ao longo do ano, cinco já estiveram na apresentação do elenco, em 3 de janeiro. E a mais badalada deles foi Lucas Lima, meia que vinha do rival Santos e havia sido anunciado em novembro de 2017 como reforço de seleção brasileira.

Alexandre Mattos e Lucas Lima, na apresentação do meia — Foto: César Greco/Ag. Palmeiras

Alexandre Mattos e Lucas Lima, na apresentação do meia — Foto: César Greco/Ag. Palmeiras

Além dele, juntaram-se aos demais jogadores na Academia de Futebol o goleiro Weverton, o zagueiro Emerson Santos e os laterais Marcos Rocha e Diogo Barbosa. O meia Gustavo Scarpa só chegou ao clube no dia da estreia no Campeonato Paulista.

Nem tanto do zero

Apesar de ter começado de fato a trabalhar em janeiro deste ano, Roger Machado foi anunciado pelo Palmeiras antes do final do Campeonato Brasileiro de 2017, enquanto a equipe era comandada interinamente por Alberto Valentim, após a demissão de Cuca.

Roger Machado iniciou treinamentos de fato em janeiro deste ano — Foto: Ag. Palmeiras/Divulgação

Roger Machado iniciou treinamentos de fato em janeiro deste ano — Foto: Ag. Palmeiras/Divulgação

Por isso, apesar de pôr em prática sua metodologia de treinamentos somente às vésperas do Paulistão, o novo treinador tinha tido contato com os jogadores semanas antes, na Academia de Futebol. Também tinha assistido a uma vitória sobre o Botafogo, na arena.

Vice com polêmica

Com algumas mudanças no jeito de jogar e na própria escalação, como o goleiro Jailson e a surpreendente dupla de zaga formada pelos pouco aproveitados Antônio Carlos e Thiago Martins, o Palmeiras fez a melhor campanha da competição estadual e chegou à decisão depois de eliminar Novorizontino (nas quartas de final) e Santos (na semifinal).

Tudo corria bem. Na primeira partida da final contra o Corinthians, em Itaquera, o Palmeiras fez uma de suas melhores atuações, venceu por 1 a 0 e se viu muito próximo do título, já que dependeria de um empate em casa na segunda partida para ser campeão.

O jogo de volta, porém, frustrou a torcida. Depois de um gol muito rápido do Corinthians, a arbitragem marcou uma penalidade máxima a favor do Palmeiras, mas reviu a decisão com muita demora, oito minutos mais tarde. Estava feita a polêmica.

Final do Campeonato Paulista Polêmica Pênalti Palmeiras Corinthians — Foto: Reprodução

Final do Campeonato Paulista Polêmica Pênalti Palmeiras Corinthians — Foto: Reprodução

O rival venceria a decisão nos pênaltis, o que motivou o Palmeiras a levar o jogo aos tribunais, sob alegação de interferência externa na arbitragem. Tanto em instância estadual quanto no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, a decisão foi desfavorável ao clube, que rompeu relação com a Federação Paulista de Futebol.

Pausa e excursão

No último jogo do Campeonato Brasileiro antes da Copa do Mundo, o Palmeiras cedeu o segundo empate consecutivo: 1 a 1 contra o então primeiro colocado Flamengo, em casa, três dias depois de ter aberto dois gols de vantagem diante do Ceará e somado também só um ponto.

Durante a pausa pela disputa do torneio na Rússia, o elenco viajou para a América Central na sexta colocação da competição nacional. No Panamá e na Costa Rica, disputou e venceu facilmente três amistosos contra equipes locais. Mas o principal foi aproximar mais os jogadores, algo que futuramente faria diferença.

Último treino do Palmeiras no Panamá, ainda sob comando de Roger Machado — Foto: Felipe Zito

Último treino do Palmeiras no Panamá, ainda sob comando de Roger Machado — Foto: Felipe Zito

Neste meio-tempo, o Palmeiras também fez mais uma contratação: o zagueiro argentino Nico Freire, que terminaria a temporada sem nenhum jogo oficial. Foi o penúltimo reforço do clube em 2018, já que, em agosto, chegaria outro zagueiro, mas para ser titular – o paraguaio Gustavo Gómez, um dos pilares da equipe no título brasileiro.

Demissão de técnico

Sem resultados satisfatórios no reinício do Brasileirão, Roger Machado não resistiu. Após um empate com o Santos, uma vitória sobre o Atlético-MG e uma derrota para o Fluminense, o treinador foi demitido na madrugada do dia 26 de julho, ainda no Rio de Janeiro.

Curiosamente, a demissão ocorreu um dia depois de Alexandre Mattos, diretor de futebol, ter dito que tinha confiança total em seu trabalho. Trabalho que foi encerrado com 44 jogos à frente da equipe (27 vitórias, 8 derrotas e 9 empates).

Site oficial do Palmeiras informou demissão durante a madrugada — Foto: Reprodução

Site oficial do Palmeiras informou demissão durante a madrugada — Foto: Reprodução

Volta de Felipão

Passadas menos de 24 horas do anúncio da saída de Roger Machado, o site oficial do Palmeiras comunicou o retorno de Luiz Felipe Scolari, segundo treinador que mais vezes dirigiu o time na história.

As outras passagens de Felipão pelo clube tinham sido vitoriosas. Entre 1997 e 2000 e de 2010 a 2012, ele conquistou cinco títulos: Libertadores (1999), duas edições da Copa do Brasil (1998 e 2012), Copa Mercosul (1998) e o Torneio Rio-São Paulo (2000).

Sua última passagem, porém, não havia terminado bem. Apesar da conquista da Copa do Brasil, o técnico deixou o clube em meio à campanha que culminaria com o rebaixamento à Série B.

Felipão conheceu elenco em hotel e estreou apenas em 5 de agosto — Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Felipão conheceu elenco em hotel e estreou apenas em 5 de agosto — Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Antes de estrear desta vez (em 5 de agosto, contra o América-MG), Felipão contou com ajuda dos auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli, que se apresentaram antes na Academia de Futebol e trabalharam no empate com o Bahia, nas quartas de final da Copa do Brasil.

Eliminação com briga

A estratégia da comissão técnica de Felipão para disputar três competições simultaneamente no segundo semestre foi praticamente dividir o elenco em duas equipes: uma para o Brasileirão e outra teoricamente principal para as Copas (Libertadores e do Brasil).

Funcionou bem. Entre agosto e setembro, mesmo com semanas cheias, o Palmeiras foi avançando nos torneios mata-mata e subindo posições no campeonato por pontos corridos.

Mas, depois de passar pelo Bahia nas quartas de final da Copa do Brasil, veio a primeira queda. Derrotado pelo Cruzeiro por 1 a 0 em casa – em jogo com reclamação por gol anulado no último lance –, o Palmeiras foi eliminado em Belo Horizonte com um empate por 1 a 1 .

Mayke, do Palmeiras, e Sassá, do Cruzeiro, brigam em semifinal — Foto: Leo Fontes/O Tempo/Estadão Conteúdo

Mayke, do Palmeiras, e Sassá, do Cruzeiro, brigam em semifinal — Foto: Leo Fontes/O Tempo/Estadão Conteúdo

O jogo na capital mineira, em 26 de setembro, só terminou para valer depois de uma briga generalizada, mas que ficou marcada por uma troca de socos entre o cruzeirense Sassá e o ex-cruzeirense Mayke. Os dois seriam suspensos posteriormente pelo STJD.

Obsessão interrompida

Apontado por muitos como o time a ser batido na Libertadores, sobretudo após avançar da fase de grupos com a melhor campanha sob comando de Roger Machado, o Palmeiras de Felipão foi se classificando com facilildade no mata-mata.

Venceu Cerro Porteño, no Paraguai, nas oitavas, e Colo-Colo, no Chile, nas quartas de final. Exceção feita ao jogo de volta contra os paraguaios, quando o volante Felipe Melo foi expulso aos três minutos do primeiro tempo e quase pôs a vaga em risco, o roteiro era perfeito.

Benedetto fez gols decisivos e ajudou Boca Juniors a eliminar Palmeiras — Foto: Marcos Ribolli

Benedetto fez gols decisivos e ajudou Boca Juniors a eliminar Palmeiras — Foto: Marcos Ribolli

Mas a semifinal impôs um duro reencontro. O adversário seria o Boca Juniors, contra quem o Palmeiras já tinha somado quatro pontos (três deles na Argentina) nesta edição, mas contra quem também o histórico em mata-mata no torneio não trazia boas recordações.

Com um time tecnicamente superior, Felipão foi surpreendido na Bombonera: 2 a 0, com dois gols na parte final do segundo tempo. Em 31 de outubro, em São Paulo, o Palmeiras até brigou. Teve um gol anulado logo no começo, saiu atrás no placar, buscou a virada… Faltavam mais dois gols, até que um 2 a 2 interrompeu o sonho.

Recorde e título

As duas eliminações, é claro, não estavam nas contas. Ao contrário. As Copas pareciam prioridade para o Palmeiras. Mas, de certo modo, as quedas ajudaram no Brasileirão.

O Palmeiras, quase sempre com uma formação reserva ou mista, havia saltado para a primeira colocação quatro dias depois do adeus à Copa do Brasil. Até cair na Libertadores, foram mais quatro rodadas de rodízio no campeonato nacional.

A partir dali, ainda que Felipão tenha rodado a equipe, houve tempo muito maior de descanso e de preparação. Restavam sete jogos e a “obrigação” de afastar perseguidores como Flamengo e Internacional para conquistar a competição. E o Palmeiras não falhou.

Capitão do decampeonato, Bruno Henrique levanta o troféu do Brasileirão — Foto: Marcos Ribolli

Capitão do decampeonato, Bruno Henrique levanta o troféu do Brasileirão — Foto: Marcos Ribolli

Sem se abater pelas eliminações, o time se sagrou decacampeão brasileiro na penúltima rodada, em São Januário. Na última, também venceu o jogo da festa, para fazer história e ampliar para 23 jogos o recorde de invencibilidade. A última derrota foi a que resultou na troca de treinador. Que resultou na grande alegria de 2018.

Palmeiras vence o Vasco e leva décimo título do Brasileirão

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