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Esportes

Renan Dal Zotto festeja volta à beira da quadra: “Fôlego está bom”.

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Renan Dal Zotto festeja volta à beira da quadra: "Fôlego está bom".

 

No hotel, antes de pegar o ônibus rumo ao ginásio, Renan Dal Zotto precisou checar tudo por três vezes. Depois de tanto tempo afastado, perdeu o costume de uma rotina que se repetiu por anos. Mas, ao pisar na quadra da Arena Ariake, tudo voltou ao normal. Na vitória do Brasil sobre a Tunísia, na estreia das Olimpíadas de Tóquio, Renan fez de tudo: correu, gritou, brigou e festejou. Nada mal para quem ficou mais de um mês internado por coronavírus.

– Eu parei para pensar umas três vezes no hotel para ver se estava trazendo tudo. Depois, fica no hábito. Prancheta, lápis, camisa, tudo. Tive que parar três vezes para pensar. Você fica um pouco fora de forma nesse sentido (risos). Eu estou feliz demais. Claro, pela vitória, mesmo o time sofrendo bastante nos dois primeiros sets, pela ansiedade. E foi muito bom depois. Falando por mim, pessoalmente, estou muito feliz por estar aqui. Ainda não estou 100%, mas estou apto a fazer o que preciso fazer, orientando, vibrando, se tiver que chamar atenção, tanto faz. O fôlego está bom, a resistência está boa. Não dá para correr uma maratona, mas para dirigir o time dá.

A dois meses das Olimpíadas, quando recebeu alta do hospital após 36 dias no hospital, cerca de 480 horas intubado e 26 quilos perdidos no caminho, a missão parecia impossível. Agora, porém, vê que todo o esforço para retomar a forma valeu a pena.

– É muito especial estar em Tóquio hoje e participar desse momento especial do esporte brasileiro. Eu passei por momentos bastante delicados, com uma intensidade muito grande, de expectativa, principalmente no período de recuperação. Durante o período no hospital, não lembro de nada. Quando acordei e vi que não faltava tanto tempo assim para o embarque para os Jogos Olímpicos, comecei a correr atrás. Foi um trabalho muito árduo, um com comprometimento incrível. Tudo o que eu mais queria era estar aqui hoje e em perfeita forma física – disse Renan, que completou 61 anos na última segunda-feira.

Renan admite ainda não estar em suas condições ideais. A forma atual, porém, é suficiente para conseguir comandar a seleção à beira da quadra. Depois de um longo processo de recuperação, não terá de mudar o jeito agitado durante os jogos.

– Cada hora que passo aqui é uma oportunidade para melhorar. O treinador de vôlei está junto o tempo todo, gritando, catando bola, comandando e participando efetivamente a cada treinamento. Há 20 dias eu estava muito preocupado porque me faltava muita condição aeróbica, faltava respiração. Gosto de estar movimentando, não queria perder essa minha característica. Foi uma corrida contra o tempo, com as ajudas dos médicos. No final, deu tudo certo. Mas sabemos como foi duro e como está sendo para conquistar essas condições de estar à beira da quadra.

O Brasil volta à quadra na próxima segunda-feira. A seleção encara a Argentina, às 9h45, novamente na Arena Ariake, em Tóquio. A TV Globo e o SporTV transmitem a partida ao vivo.

A missão, agora, é outra. Renan vai comandar a seleção pela primeira vez em uma edição das Olimpíadas. Prata como jogador em Los Angeles, em 1984, tentará manter os atuais campeões olímpicos no alto do pódio.

– A gente sabe da nossa responsabilidade, da pressão que é manter um nível de excelência. Talvez tenha sido a maior dificuldade quando assumimos para dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito desde lá atrás, primeiro com Bebeto de Freitas, Zé Roberto, Bernardinho. Uma excelência maravilhosa. Temos essa responsabilidade de manter o Brasil entre os melhores. 20 anos como primeiro do ranking, sem sair uma semana. Pódio em quase todas elas. Sabemos que temos essa responsabilidade. É um trabalho feito dia a dia.

O Brasil volta à quadra na próxima segunda-feira. A seleção encara a Argentina, às 9h45, novamente na Arena Ariake, em Tóquio. A TV Globo e o SporTV transmitem a partida ao vivo.

 

 

Renan Dal Zotto orienta time na estreia — Foto: Getty Images

Renan Dal Zotto orienta time na estreia — Foto: Getty Images

 

Durante a Liga das Nações, Renan acompanhou de longe o trabalho feito por Carlos Schwanke e Ricardo Tabach, que lideraram o time à conquista da competição. O técnico acredita que a dupla, além dos outros membros da comissão, foi essencial na preparação para as Olimpíadas no tempo em que esteve ausente.

– Acompanhei quase todos os treinos e reuniões diárias. Fiquei muito feliz com o desempenho da equipe e, principalmente, com a pegada e o comprometimento da comissão técnica. Eu fico muito feliz com essa comissão técnica porque esse talvez tenha sido um dos maiores aprendizados que eu tive com Zé Roberto e Bernardinho. Saiba montar muito bem suas comissões técnicas, com profissionais que sejam melhores que você. Eu tenho muito orgulho de saber que esses profissionais são melhores do que eu.

Música (de verdade!) para os ouvidos

 

Depois da vitória, Renan ouviu algo especial vindo das caixas de som da Arena Akiake: o DJ tocou a música Sweet Caroline, da Neil Diamond. No hospital, durante a internação, sua esposa tocava áudios enviados pela família e a canção favorita do técnico, interpretada pelo famoso cantor nova-iorquino. Essa música, que sempre esteve presente em momentos felizes de Renan com a família, tornou-se  ainda mais especial após a sua recuperação.

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Fontes: Ge

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