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Esportes

Ranking da seleção brasileira

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Ranking da seleção brasileira

Quem sobe e quem desce passados 11 jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo? Esta lista é atualizada após cada rodada com a média das notas dos jogadores que atuaram em pelo menos três partidas. Após jogos da rodada tripla de outubro, novatos tomaram a liderança de Neymar

    • 1

      RAPHINHA – MÉDIA: 8,3

      JOGOS: 3

      O atacante do Leeds United chegou com tudo na Seleção! Em sua estreia, deu duas assistências e comandou a virada do Brasil sobre a Venezuela. Também entrou bem contra a Colômbia e se credenciou para ser titular diante do Uruguai. No clássico, fez nada menos do que dois gols e teve grande atuação. Entrou forte na briga por uma vaga na Copa de 2022.

    • 2

      ANTONY – MÉDIA: 7

      JOGOS: 3

      Outro novato que brilhou na rodada tripla de outubro das Eliminatórias. Jogando na ponta esquerda (que nem é a sua predileta), fez gol sobre a Venezuela, na estreia, e entrou muito bem nos jogos contra Colômbia e Uruguai. Com apenas 21 anos, jogador do Ajax, da Holanda, embola ainda mais a briga por espaço no ataque da seleção brasileira.

    • 3

      NEYMAR – MÉDIA: 6,9

      JOGOS: 8

      Viu sua média cair um pouco no jogo contra a Colômbia, mas retomou o ótimo futebol na partida contra o Uruguai, quando fez um gol e criou outras diversas boas chances para o Brasil. Marcou sete vezes nestas Eliminatórias e se tornou o maior artilheiro da Seleção na história da competição. É o segundo maior goleador da atual edição, com um gol a menos do que o boliviano Marcelo Moreno.

    • 4

      WEVERTON – MÉDIA: 6,7

      JOGOS: 4

      Não jogou nesta rodada tripla, mas segue bem colocado por seu desempenho nos outros jogos. Foi titular nas duas primeiras rodadas, em 2020, e fez grandes defesas nas partidas contra Chile e Peru, no mês passado, quando não foi vazado. Goleiro do Palmeiras oferece forte concorrência aos “ingleses” Alisson e Ederson.

    • 5

      RENAN LODI – MÉDIA: 6,6

      JOGOS: 4

      Ocupa essa posição pelo bom início que teve nas Eliminatórias, mas nem sequer foi convocado para estes últimos três jogos. Se destacou jogando com liberdade para atacar, quase como um ponta-esquerda. Na estreia, contra a Bolívia, deu assistência para Roberto Firmino. Repetiu a dose contra o Uruguai, com cruzamento na medida para Richarlison.

    • 6

      RICHARLISON – MÉDIA: 6,5

      JOGOS: 6

      Reserva na primeira rodada, ganhou chance como titular na segunda partida, contra o Peru, e teve boa atuação, com participação em gol, jogadas de perigo e uma bola na rede. Ainda no primeiro turno, teve gol anulado contra a Venezuela e balançou as redes na vitória sobre o Uruguai. Tem sido aposta versátil de Tite para as pontas e para a posição de centroavante. Ficou fora da última convocação por lesão.

    • 7

      CASEMIRO – MÉDIA: 6,4

      JOGOS: 6

      Iniciou bem as Eliminatórias, com atuações consistentes contra  Peru e Bolívia. Um dos responsáveis pelo funcionamento quase perfeito do sistema defensivo que sofreu apenas quatro gols nas Eliminatórias. Também participa bem da iniciação de jogadas pelo meio de campo. Ficou fora de uma convocação quando foi diagnosticado com Covid-19 e perdeu as partidas de outubro por uma infecção no dente do siso.

    • 8

      THIAGO SILVA – MÉDIA: 6,3

      JOGOS: 7

      Ultrapassou a marca de 100 jogos pela Seleção neste mês e, aos 37 anos, segue jogando em alto nível. Um dos capitães do grupo de Tite, zagueiro mantém regularidade, aliando técnica, leitura de jogo e bom condicionamento físico. Apesar da “sombra” de Éder Militão, se mantém como titular absoluto da defesa canarinho.

    • 9

      EVERTON RIBEIRO – MÉDIA: 6,3

      JOGOS: 8

      Vinha de grandes atuações em setembro, quando mudou o jogo contra o Chile, no segundo tempo, e marcou um dos gols na vitória sobre o Peru. Porém, teve atuação abaixo contra a Venezuela, foi substituído no intervalo, e ficou na reserva nos outros dois jogos. Aos 32 anos, segue na disputa por espaço no meio de campo da Seleção.

    • 10

      EDER MILITÃO – MÉDIA: 6,3

      JOGOS: 5

      É a bola de segurança de Tite quando Marquinhos ou Thiago Silva não podem ser relacionados para a partida. Ganha confiança como titular do Real Madrid e está em crescimento na Seleção. Foi titular diante da Colômbia, no domingo, mas se machucou e saiu no segundo tempo.

    • 11

      DOUGLAS LUIZ – MÉDIA: 6,2

      JOGOS: 6

      Depois de bom início de Eliminatórias, como titular, saiu da lista de Tite com a ascensão de Bruno Guimarães, mas voltou ao páreo neste mês, ao ser convocado para o lugar de Casemiro, cortado. Campeão olímpico e jogador do Aston Villa, da Inglaterra, ele entrou no lugar de Fabinho no segundo tempo da goleada por 4 a 1 sobre o Uruguai.

    • 12

      ALEX SANDRO – MÉDIA: 6,2

      JOGOS: 6

      “Não é o Junior”, disse Tite, querendo explicar que não se deve esperar do lateral da Juventus uma exuberância técnica ou um apoio ofensivo muito incisivo. Mas é eficiente na marcação, corre poucos riscos e faz parte da engrenagem que o treinador tanto preza: a tal consistência defensiva. Foi reserva de Guilherme Arana diante da Venezuela, mas retomou a titularidade e foi seguro nos jogos contra Colômbia e Uruguai.

  • 13

    MARQUINHOS – MÉDIA: 6,1

    JOGOS: 7

    Capitão do PSG, cada dia mais líder também da Seleção de Tite. Fez gol contra a Bolívia, voltou a marcar sobre a Venezuela e segue como peça fundamental na tranquila caminhada da Seleção até a Copa do Catar.

  • 14

    ROBERTO FIRMINO – MÉDIA: 6,1

    JOGOS: 6

    Começou a toda nas Eliminatórias, com dois gols e boa atuação contra a Bolívia. Depois, voltou a marcar diante da Venezuela, garantindo a vitória. Passou em branco contra Peru e Uruguai, mas teve papel tático. No banco do Liverpool nessa temporada, também perdeu um pouco do espaço com Tite, embora siga nos planos e com a confiança do treinador. Estava voltando de lesão e ficou fora da última convocação.

  • 15

    LUCAS PAQUETÁ – MÉDIA: 6,1

    JOGOS: 8

    Começou as Eliminatórias no banco, foi crescendo aos poucos e parece firme em mais de um sistema de jogo de Tite como titular. Nas palavras de membros da comissão técnica da Seleção, torna-se importante “externo construtor” e deixa Neymar mais solto para criar pelo meio de campo. Após atuações sem brilho contra Venezuela e Colômbia, foi um dos destaques na goleada sobre o Uruguai, em Manaus.

  • 16

    EDERSON – MÉDIA: 6,1

    JOGOS: 4

    Reserva nos dois primeiros jogos, foi titular contra a Venezuela, quando foi pouco exigido, e contra o Uruguai, oportunidade em que as bolas mais perigosas foram na trave, não no gol. Diante do Paraguai, mostrou toda a qualidade e a frieza para jogar com os pés que o diferenciam da maioria dos goleiros do mundo. Tite não o trata como titular, mas está um passo à frente hoje.

  • 17

    ALISSON – MÉDIA: 6

    JOGOS: 3

    Titular contra Venezuela e Colômbia, goleiro finalmente entra neste ranking. Já não tem mais o status de titular absoluto, que carregou até o título da Copa América de 2019, mas segue muito bem cotado na comissão técnica da Seleção. Sofreu um gol em três partidas nas Eliminatórias.

  • 18

    FRED – MÉDIA: 5,8

    JOGOS: 4

    Diante do Uruguai, fez uma de suas melhores atuações pela seleção brasileira, com assistência, mobilidade e apoio ao ataque. Foi titular na Copa América, mas não tem posição garantida na equipe.

  • 19

    DANILO – MÉDIA: 5,8

    JOGOS: 10

    Até o jogo contra o Uruguai, quando foi poupado, era o único brasileiro a ter disputado todos os jogos das Eliminatórias. Tem participação menos ofensiva do que Daniel Alves, mas é importante taticamente. Tem na regularidade, na força física e na inteligência de movimentos dentro de campo sua principal virtude. Já ultrapassou Daniel Alves e se tornou o lateral-direito mais vezes utilizado por Tite.

  • 20

    GABRIEL JESUS – MÉDIA: 5,7

    JOGOS: 7

    Foi cortado dos dois primeiros jogos e perdeu as rodadas de setembro, por não ter sido liberado pelo Manchester City. Nestas Eliminatórias, já foi escalado aberto pelo lado direito, centralizado e até um pouco mais pela esquerda, em dupla com Gabigol, contra a Venezuela. Se esforça bastante, ajuda taticamente, mas ainda não conseguiu acabar com o jejum que dura desde a final da Copa América de 2019.

  • 21

    EVERTON CEBOLINHA – MÉDIA: 5,7

    JOGOS: 5

    Foi titular na estreia, perdeu a vaga para Richarlison na segunda partida, mas foi fundamental com passe para pênalti de Neymar e ótima enfiada para Everton Ribeiro. Entrando no etapa final, não brilhou diante de Venezuela e Uruguai. Foi mal na Copa América e, desde então, ficou fora das últimas duas convocações.

  • 22

    GABIGOL – MÉDIA: 5,5

    JOGOS: 7

    Fez gol diante da Venezuela, de pênalti, e contra o Uruguai, de cabeça. Melhorou a sua nota, mas não o suficiente para estar entre os primeiros colocados. Embora tenha mostrado ansiedade em alguns jogos e dificuldades para sincronizar os movimentos com os companheiros em outros, segue firme na briga por uma vaga no ataque canarinho.

  • 23

    FABINHO – MÉDIA: 5,3

    JOGOS: 4

    Titular nos jogos de outubro, na ausência de Casemiro, ganhou sequência inédita pela Seleção. Foi muito abaixo do que pode no jogo contra a Venezuela, mas cresceu nos duelos contra Colômbia e Uruguai. Volante mais posicional, de boa visão de jogo, é o reserva imediato da posição.

  • 24

    GERSON – MÉDIA: 5,3

    JOGOS: 3

    Entrou na segunda etapa contra o Chile e ajudou no crescimento da equipe em Santiago. Contra o Peru, perdeu grande chance, mas agradou, a ponto de ser mantido como titular contra a Venezuela. Porém, neste jogo não foi bem e, então, voltou para a reserva e não entrou mais.

     

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Globo Esporte

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