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Projeções apontam partido de Macron como grande vencedor das legislativas francesas

Redação

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Projeções apontam partido de Macron como grande vencedor das legislativas francesas

Pesquisas de boca de urna indicam que o partido ‘Em Marche!’ teria obtido 32% dos votos, conseguindo uma forte maioria na Assembleia Nacional

As primeiras pesquisas de boca de urna das eleições legislativas na França, realizadas neste domingo (11), indicam uma forte vantagem do partido ‘En Marche!’, do presidente Emmanuel Macron, em relação aos outros partidos políticos franceses. Segundo as projeções do instituto Elabe para a Bfm-tv, ‘Em Marche!’ teria obtido 32,6% dos votos, com um número de assentos calculado entre 415 e 445.

Se esses resultados forem confirmados no final da contagem dos votos, o partido do presidente Macron terá conquistado uma forte maioria na Assembleia Nacional francesa, que tem em total conta 577 deputados.

Militantes do En Marche! comemoram os resultados eleitorais. (Foto: Associated Press)

Militantes do En Marche! comemoram os resultados eleitorais. (Foto: Associated Press)

Segundo a mesma pesquisa, os Republicanos seriam o segundo partido da França, com 20,9% dos votos, obtendo cerca de 80-100 deputados, e seguidos pela Frente Nacional, com 17%, mas que, ao contrário, teria obtido pouquíssimos assentos, calculados entre 1 e 4. Uma verdadeira degringolada para o partido da então rival de Macron da campanha presidencial de maio, Marine le Pen, que durante a campanha tinha declarado considerar um resultado negativo não conseguir chegar até 15 deputados, número mínimo necessário para formar um grupo parlamentar autonomo.

O partido da esquerda radical francesa de Jean-Luc Mélenchon, França Insubmissa, obteve 11% dos votos, e terá entre 10 e 20 assentos na Assembleia Nacional, enquanto o Partido Socialista somente 9% dos votos, mas conquistado cerca de 30-40 assentos por causa do sistema eleitoral majoritário em dois turnos.

As eleições legislativas francesas foram marcadas por uma forte abstenção dos eleitores. Segundo o Ministério do Interior, 51,4% dos eleitores não teriam participado do pleito.

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