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Cultura

Prefeitura de SP vai definir realização ou cancelamento do carnaval até 10 de janeiro

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Prefeitura de SP vai definir realização ou cancelamento do carnaval até 10 de janeiro

A definição sobre o cancelamento ou as regras para a realização do carnaval 2022 em São Paulo será definida pela prefeitura até o dia 10 de janeiro.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, esse é o prazo para os gestores receberem o posicionamento da Vigilância Sanitária.

O grupo que analisará a viabilidade ou não do carnaval é o mesmo que sugeriu o cancelamento do Réveillon da avenida Paulista, decisão acatada pelo município.

Ainda de acordo com Aparecido, é possível que haja diretrizes diferentes em relação aos desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi e ao carnaval de rua da capital paulista. Ou seja, pode ser que um desses eventos seja liberado e o outro, não.

Aparecido explica que isso se deve ao fato de o Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte, ter uma espécie de “controle” de público, cenário diferente do carnaval de rua.

O local pode adotar práticas fundamentais para o controle da pandemia como a exigência do passaporte da vacina para que as pessoas tenham acesso ao Anhembi e também a obrigatoriedade do uso de máscaras.

Segundo o secretário, o avanço da variante ômicron é uma das preocupações da Vigilância Sanitária municipal, que pesará na análise dos técnicos.

696 blocos

Apesar da preocupação, a Prefeitura de São Paulo aprovou, nesta quinta-feira (30), os desfiles de 696 blocos para o carnaval de 2022. A autorização foi publicada no Diário Oficial do Município.

Em nota, a Secretaria Municipal das Subprefeituras ainda celebrou o número, por representar um marcador inédito: segundo a pasta, é a maior quantidade de blocos registrada na história da cidade.

A gestão municipal também afirma que 64 desfiles foram cancelados, sendo 23 deles por não retornarem o contato para o envio de todas as informações.

Embora siga sustentando e avançando nos tramites, a realização do evento permanece condicionada à situação epidemiológica do município no próximo ano: o número de casos, mortes e internações por coronavírus deverá balizar as decisões.

O bloco do cantor Bell Marques arrastou milhares de foliões neste sábado(29), na região do Parque do Ibirapuera, durante o pós-carnaval de rua de São Paulo. — Foto: Marcelo Chello/Estadão Conteúdo
O bloco do cantor Bell Marques arrastou milhares de foliões neste sábado(29), na região do Parque do Ibirapuera, durante o pós-carnaval de rua de São Paulo. — Foto: Marcelo Chello/Estadão Conteúdo

No dia 23 de dezembro, a Prefeitura de São Paulo havia informado que 28 blocos cancelaram a participação no carnaval de rua da capital em 2022.

Entre os que já tinham solicitado o cancelamento estavam as cantoras Daniela Mercury (Pipoca da Rainha) e Gloria Groove (Bloco das Gloriosas), a produtora de funk Kondzilla (Bloco do Kondzilla) e o ator e cantor Tiago Abravanel (Bloco do Abrava).

Artistas cancelaram blocos de carnaval em São Paulo em 2022 — Foto: Reprodução
Artistas cancelaram blocos de carnaval em São Paulo em 2022 — Foto: Reprodução

Nova variante avança

Nesta quinta (30) também foram confirmados mais 52 casos de contaminação pela ômicron na capital paulista. O total, com base nos sequenciamentos feitos pela administração pública, agora chega a 69.

O número, entretanto, tende a ser subnotificado. Laboratórios e intuições privadas apontam que a presença da variante tende a ser maior.

Monitoramento feito pelo Hospital Albert Einstein, de São Paulo, e atualizado no domingo (26), mostrou que 62% das amostras de coronavírus sequenciadas pela instituição nos últimos 30 dias foram da variante ômicron.

Os dados foram obtidos a partir de uma amostragem de pacientes atendidos em todas as unidades hospitalares e laboratoriais do Einstein, segundo a empresa.

Nos últimos 30 dias, foram 22 casos causados pela variante ômicron e 13 provocados por diferentes linhagens da variante delta, dentre os sequenciados pela instituição.

Nos últimos 7 dias, 80% dos testes positivos analisados pelo Laboratório Mendelics eram da variante ômicron, segundo apuração da GloboNews.

Na semana passada, o índice era de 15%. E na semana retrasada, era de 0% de ômicron.

A taxa de positividade nos testes também cresceu rápido. Nas últimas 3 semanas, foi de 0,6% para 8%.

A Mendelics faz testes para redes de farmácias. A pessoa física compra o kit do teste nos locais, faz a coleta em casa, e o laboratório retira.

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G1

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