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Prefeitura de SP já gastou neste ano R$ 831 mil com manutenção do Vale do Anhangabaú fechado para o público

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Prefeitura de SP já gastou neste ano R$ 831 mil com manutenção do Vale do Anhangabaú fechado para o público

Na Câmara, vereadores devem discutir projeto que pretende mudar nome do espaço para ‘Vale do Anhangabaú Prefeito Bruno Covas’ e, assim, homenagear o tucano, morto em maio.

A Prefeitura de São Paulo já gastou em 2021 cerca de R$ 831 mil dos cofres da cidade em serviços de vigilância, limpeza e gradis do Novo Vale do Anhangabaú reformado, segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb).

O trabalho é feito pela SPTuris, que foi contratada para cuidar da manutenção do espaço, que está fechado, enquanto ele não é repassado à iniciativa privada, que vai administrar o local pelos próximos 10 anos.

O contrato entre a SPTuris e a prefeitura totaliza R$ 1,2 milhão para cuidar da manutenção do espaço, com duração de 38 dias. Mas já sofreu ao menos dois aditamentos que estenderam os prazos de prestação de serviços, e os valores gastos até agora, segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), foram de R$ 831 mil.

“Essa medida [fechamento do espaço] é necessária para manter a área isolada e evitar aglomerações em função da pandemia, além de preservar as instalações já existentes. O valor global do contrato é um teto e os pagamentos são realizados após a conferência dos serviços demandados e efetivamente realizados. O contrato entrou em vigência em março e até a presente data foram pagos R$ 831,178 mil”, afirmou a Prefeitura de São Paulo em nota.

Contrato de manutenção do 'Novo Vale Anhangabaú', firmado entre a Prefeitura de SP e a SPTuris.  — Foto: Reprodução
Contrato de manutenção do ‘Novo Vale Anhangabaú’, firmado entre a Prefeitura de SP e a SPTuris. — Foto: Reprodução

Cercado por gradis, a área dos quiosques do Novo Vale do Anhangabaú tem segurança 24 horas, que é feita pela empresa ESC Segurança, terceirizada da SPTuris. O contrato também prevê o fornecimento da estrutura dos quiosques da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e do Centro de Informação ao Turista, já instalados no espaço reformado.

Segundo a gestão municipal, o Consórcio Viva o Vale deve começar a explorar comercialmente o espaço assim que apresentar os documentos e assinar o contrato de concessão.

A assinatura desse contrato ainda não tem data definida, assim como a reabertura do espaço para o público, que permanece fechado, segundo a prefeitura, para “evitar aglomerações em função da pandemia”.

“O Consórcio Viva o Vale foi convocado para assumir a concessão, encerrado o prazo de cinco dias úteis de habilitação, sem que houvesse contestação de outros participantes. Agora o consórcio tem 30 dias úteis para constituir a empresa, entregar a documentação e pagar a outorga, o que a habilita a assinar o contrato”, disse a nota da gestão municipal.

Formado pelas empresas Urbancon, Nacional e B. Internacional Real Estate, o Consórcio Viva o Vale pagará R$ 6,5 milhões de outorga fixa anual da concessão, além de assumir as despesas de manutenção e segurança do local.

Os gradis que bloqueiam o acesso ao espaço reformado do 'Novo Vale do Anhangabaú', no Centro de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1
Os gradis que bloqueiam o acesso ao espaço reformado do ‘Novo Vale do Anhangabaú’, no Centro de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

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G1

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