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Prefeitura de SP diz que vai interditar três prédios ocupados por 430 famílias

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Prefeitura de SP diz que vai interditar três prédios ocupados por 430 famílias

Famílias vão ter que deixar ocupações no Cambuci e Vila Prudente em janeiro. TV Globo teve acesso ao relatório das vistorias realizadas pela Prefeitura.

A Prefeitura de São Paulo anunciou que, em janeiro, vai interditar três ocupações em São Paulo: duas no bairro do Cambuci, na região central, e outra na Vila Prudente, na Zona Leste. Ao todo, 430 famílias vão ter que deixar os locais onde moram. A decisão foi tomada depois da realização de uma vistoria em 76 prédios, dos quais 51 estavam ocupados.

As inspeções foram realizadas pela administração municipal depois do incêndio que provocou o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida no Largo do Paissandu, Centro de São Paulo, na madrugada do feriado de primeiro de maio. Sete pessoas morreram.

Prédio ocupado no Centro de São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Prédio ocupado no Centro de São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Por pouco Regiane e seus quatro filhos não morreram na tragédia. Hoje, o endereço da família é uma outra ocupação: um prédio abandonado bem na frente do que caiu, e que foi transformado em moradia por 210 pessoas de 66 famílias. Por lá, lanterna virou item de primeira necessidade porque o prédio não tem luz.

“Como é que uma mãe, ela vai ter que fazer a comida, monitorar as crianças fazendo a lição com a vela. Cuida de tudo: tem de ficar de olho na comida, na criança, na vela. É muito difícil, é desumano o que nós estamos passando aqui”, disse uma das moradoras.

A TV Globo teve acesso ao relatório produzido depois das vistorias e visitou alguns prédios. A maior parte deles fica na área das subprefeituras da Mooca e da Sé. Mas também há ocupações em bairros como Jardim Paulista, Pinheiros, Lapa e Itaquera. 69% dos prédios inspecionados são públicos e 31%, privados.

Veja o balanço das ocupações em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Veja o balanço das ocupações em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Na maior parte das ocupações, técnicos encontraram problemas com infiltrações, ferragens expostas, rede elétrica mal instalada e acúmulo de material inflamável. A prefeitura fez algumas recomendações para as lideranças e espera a reintegração de posse de 17 imóveis.

Dois prédios já foram interditados: um no bairro de Itaquera, na Zona Leste da capital, e outro na Rua do Carmo, no Centro de São Paulo, que foi construído para ser um edifício garagem e é conhecido hoje como Caveirão. 79 famílias saíram de lá e vão receber auxílio-aluguel por um ano.

A ocupação Prestes Maia, onde vivem 230 famílias, também tinha sido vistoriada pela Prefeitura e mesmo assim pegou fogo em novembro. Dois andares foram destruídos e, felizmente, ninguém se machucou.

Veja o mapa das ocupações em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Veja o mapa das ocupações em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

Já o prédio do antigo hotel Columbos, no Centro de São Paulo, é hoje o endereço da ocupação São João, com 81 famílias e quase 300 pessoas. No local, os moradores foram orientados a acondicionar a fiação exposta, a instalar extintores de incêndio e a fazer uma obra no sexto andar.

“Foi um mutirão com todos os moradores que estavam no momento. Os próprios moradores colocaram um forro, tiraram o outro, fizemos as pinturas do andar”, explicou uma das moradoras. Ela também disse que a verba para a obra saiu de um fundo criado e alimentado pelos integrantes da ocupação.

O local foi ocupado há nove anos e fica em uma região com várias outras ocupações. O que atrai as pessoas para a área é a possibilidade de morar em um bairro com toda a infraestrutura.

“Pra arrumar trabalho também, é mais perto, não tem que pegar condução. É tudo, tudo melhor. Meus filhos estudam em escola aqui no Centro que, se estivessem na periferia, jamais teriam a oportunidade de entrar. Eu amo morar aqui no Centro”, afirma a moradora de uma ocupação da região central de São Paulo.

O secretário de Habitação, Fernando Chucre, disse que os prédios ocupados que são públicos devem se transformar em habitação popular, mas que as famílias que já moram ali não terão prioridade para conseguir uma casa. Já os edifícios particulares ainda não têm destino certo.

“Primeiro esse grupo está tomando medidas pra reduzir o risco, em um caso de incêndio, risco das famílias que residem nesse local. São medidas provisórias mas que, até que se decida, seja pela reintegração de posse, seja pela aquisição desse edifício pelo município para a destinação habitacional, a gente, de uma certa forma, está reduzindo o risco para as famílias daquele local”, segundo o secretário de Habitação.

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