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Por telefone, Mandetta refortalece acordo de cooperação com embaixador chinês

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Por telefone, Mandetta refortalece acordo de cooperação com embaixador chinês

Embaixador da China havia tido conflitos com o ministro Weintraub e Eduardo Bolsonaro após declarações preconceituosas dos brasileiros

O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta conversou por telefone com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, com o intuito de amenizar os conflitos que ocorreram entre a embaixada, Weintraub e Eduardo bolsonaro. Em coletiva, o ministro afirmou que haverá um trabalho conjunto entre os dois países e que a embaixada deve ajudar na logística para a busca dos equipamentos usados no combate ao novo coronavírus e no tratamento de pacientes.

“Iniciaremos um trabalho conjunto com o ministro-adjunto, encarregado de negócios, para que cada compra que formos fazer, cada contrato que fizermos, para garantir mais transparência, mais solidez e informações, a gente possa fazer isso com o apoio da embaixada da China. A gente sabe da importância desse esforço comum entre Brasil e China para que possamos garantir os nossos equipamentos aqui”, disse Mandetta.

Algumas horas após a ligação, o embaixador Yang Wanming comemorou o contato através de suas redes sociais. “Nesta tarde, na conversa telefônica com Min. @lhamandetta coincidimos em reforçar a cooperação bilateral, especialmente entre os dois ministérios da Saúde, para compartilhar experiências do combate à Covid-19 em prol do enfrentamento conjunto deste desafio global”, disse.

Os conflitos começaram na noite do dia 18 de março, quando Eduardo Bolsonaro comparou a pandemia do coronavírus ao acidente nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia, em 1986. No sábado (4) a situação foi agravada depois que o ministro da Educação usou o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, para provocar a China.

Após a postagem de Weintraub, o embaixador chinês publicou nota de repúdio classificando as declarações como absurdas, desprezíveis e fortemente racistas e afirmou que causavam “influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China-Brasil”.

 

 

 

 

 

iG

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