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PFL: Raush, Sapato e Cappelozza podem trazer prêmio milionário ao Brasil nesta quarta

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PFL: Raush, Sapato e Cappelozza podem trazer prêmio milionário ao Brasil nesta quarta

Brasileiros disputam os títulos de suas categorias e prêmio de US$ 1 milhão; se os três vencerem, podem somar quase R$ 17 milhões

A temporada 2021 da Professional Fighters League (PFL) chega à sua final nesta quarta-feira e vai premiar seis campeões com prêmios de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,5 milhões) cada. Três deles podem ser brasileiros: no peso-leve, o gaúcho Raush Manfio enfrenta Loik Radzhabov, do Tajiquistão; no peso-meio-pesado, o paraibano Antônio Cara de Sapato encara o norueguês Marthin Hamlet; e no peso-pesado, Bruno Cappelozza pega o croata Ante Delija. Se os três vencerem, podem acumular juntos US$ 3 milhões, ou quase R$ 17 milhões.

O canal Combate transmite ao vivo e com exclusividade a partir de 17h30 (horário de Brasília); o Combate.com acompanha tudo em Tempo Real.

Bruno Cappelozza (esq.), Raush Manfio (centro) e Antônio Cara de Sapato (dir.) podem se tornar milionários nesta quarta — Foto: Infoesporte

Bruno Cappelozza (esq.), Raush Manfio (centro) e Antônio Cara de Sapato (dir.) podem se tornar milionários nesta quarta — Foto: Infoesporte

Raush já viu essa grana toda de perto. Em fevereiro, trabalhou de segurança numa festa de comemoração do Super Bowl, a grande final da liga profissional de futebol americano dos EUA, numa boate de striptease. Ao final da noite, caminhou sobre um mar de notas de um dólar que, somadas, chegavam próximo do valor do prêmio desta quarta. Mas não podia pegar nada: todo dinheiro que sobrasse no chão seria recolhido pela casa.

– Eu não peguei um dólar daquele dinheiro no chão, eu falei, “Esse dinheiro não me pertence. Quando vier, o que for para ser meu vai ser o meu milhão de dólares.” Eu nunca tinha visto um negócio desse. Tinha um amigo meu que pegava o dinheiro e jogava para cima! Cara, quanta provação, sabe? Um ambiente ali que nós éramos os juízes de nós mesmos. Se um segurança pegou dinheiro ali, pode ter saído com uma grana no bolso que ninguém ia falar nada, porque nós éramos os responsáveis, e naquele momento eu creio que foi uma prova de Deus, porque eu precisava de dinheiro para comer. Foi muito difícil, muito difícil mesmo, mas aquela prova eu passei – conta Manfio.

Fora essa oportunidade, o peso-leve gaúcho já viu o amigo e companheiro de equipe Natan Schulte vencer o campeonato – duas vezes – e acumular US$ 2 milhões em prêmios. Mas de sua parte, foram seis anos batalhando nos EUA para se estabelecer como lutador profissional e a única coisa que acumulou foram dívidas. Prestes a lutar pelo cinturão e pelo milhão, Raush conta que as três lutas que fez pela PFL já foram o bastante para tirá-lo do vermelho.

– Quando eu estava dando aulas particulares, eu falava, “vou conseguir quitar todas as dívidas que eu tenho em quatro ou cinco anos se eu continuar nesse movimento de alunos. Vai demorar, mas eu vou pagar.” Mas foi em oito meses! Não precisei nem do prêmio de um milhão para ficar com a minha vida redondinha aqui nos Estados Unidos – conta Manfio.

Bruno Cappelozza se mostrou bastante confiante no título após a pesagem — Foto: Camilo Pinheiro Machado

Bruno Cappelozza se mostrou bastante confiante no título após a pesagem — Foto: Camilo Pinheiro Machado

Bruno Cappelozza passou por situação semelhante. Ficou três anos sem lutar, lidando com lesões e dificuldades para arrumar adversários, e precisou de empréstimos para viajar aos EUA e sustentar a família, que ficou em Jaú-SP. Agora, o milhão pode coroar uma campanha incrível, com três vitórias rápidas por nocaute.

– Parece que eu estou vivendo um sonho, porque foi uma coisa muito rápida. Em seis meses, eu fiz três lutas, estou indo para minha quarta, fazendo uma luta valendo um milhão. Eu comecei o meu camp devendo mil dólares para os meus empresários, que eu emprestei deles para começar a fazer o camp, e posso acabar com um milhão de dólares. Eu estou uma das pessoas mais felizes do mundo – diz Cappelozza.

Antônio Cara de Sapato (esq.) irá enfrentar Marthin Hamlet (dir.) na final — Foto: Reprodução

Antônio Cara de Sapato (esq.) irá enfrentar Marthin Hamlet (dir.) na final — Foto: Reprodução

Antônio Cara de Sapato foi quem teve a situação mais tranquila: passou sete anos no UFC e, apesar de ter lidado com muitas lesões nos últimos anos, recebia uma bolsa acima da média, que o permitia uma vida sem maiores sustos. Um prêmio de um milhão de dólares ainda será superior a tudo o que acumulou na carreira, mas o foco do peso-meio-pesado é o cinturão.

– Eu tento colocar de lado toda essa pressão e tudo que é futuro. Acho melhor focar na luta, na estratégia e no que preciso fazer para sair com a vitória, e a consequência é o cinturão e esse prêmio bacana. Sei que independentemente, vou ter que comprar uns presentinhos de Natal! Quero celebrar muito, e se eu ganhar esse prêmio, o presente é um pouquinho melhor (risos) – brincou Sapato.

O paraibano é quem talvez tenha a luta mais difícil. O norueguês Marthin Hamlet não é um nome muito conhecido, mas tem origem no wrestling e pode ditar onde o combate será disputado, dificultando que o brasileiro leve ao chão, onde é faixa-preta de jiu-jítsu.

– Ele não tem uma trocação muito afiada, mas é um cara muito forte, solta umas mãos muito fortes buscando nocaute, então tenho que estar ligado nisso. É sete vezes campeão nacional de wrestling, tenho que ficar ligado pra ele não ficar me cozinhando, me botar na grade e ficar só naquela lutinha de pontos. A gente trabalhou bem isso, para machucar bem ele, usar todos os aspectos, mixar bem pra gente impor nosso jogo. Acho que o primeiro round vai ser o melhor round dele, é o que tenho visto nas lutas dele, depois ele termina caindo de produção enquanto eu estou subindo. A gente está bem confiante nisso – comentou Cara de Sapato.

Raush Manfio (dir.) encara Loik Radzhabov (esq.) na pesagem — Foto: Reprodução

Raush Manfio (dir.) encara Loik Radzhabov (esq.) na pesagem — Foto: Reprodução

Cappelozza é o maior favorito. Ele venceu Delija logo na primeira luta da temporada, com um nocaute em apenas 46 segundos. Mas o croata se recuperou bem, venceu suas duas lutas seguintes e chegou à final em busca da revanche.

– É um adversário bem duro. Treinei seis e sete rounds, então estou bem preparado para cinco rounds. Não menosprezo ele em momento nenhum porque ele é um grande atleta e é de uma grande equipe, já foi cogitado como um dos melhores pesos-pesados fora do UFC, mas estou bem preparado e com a cabeça bem boa – disse o peso-pesado.

Raush Manfio estará olhando no espelho quando encarar Loik Radzhabov. É que o tajique enfrentou Natan Schulte na final da PFL em 2019, e Manfio foi o principal parceiro de sparring do amigo naquela ocasião, simulando o jogo de Radzhabov. O atual vice-campeão vem com sede de vingança, dizendo inclusive que vê o reflexo de Natan em Raush, mas o brasileiro esbanja confiança na vitória.

– Eu vou nocautear esse cara no quarto round. Pode anotar aí, pode escrever que depois a gente faz outra entrevista para eu falar outras coisas, mas esse campeonato este ano é meu. Eu torço para que seja uma luta disputada, que eu acho que quando é mais difícil, é mais emocionante. Meus treinadores vão ficar loucos ouvindo isso! Porque ele é um cara que vai tentar me derrubar, ele faz um jogo de wrestling muito bom. Ele tem potencial para talvez me segurar por algum tempo, mas não a luta toda.

Cara de Sapato vai comprar presentes para a família se conquistar o milhão. Já Cappelozza pretende levar a esposa e o filho para morar com ele nos EUA, já de olho na temporada 2022 da PFL. E Raush, vai fazer o que com US$ 5,5 milhões? Se depender de sua filha mais velha, Pietra, ele vai comprar…

– Doce! – grita a menina, empolgada.

– (Risos) Vou comprar doce! E depois do doce, acho que um apartamento, vamos abrir um negócio, né filha? Botar o dinheiro pra trabalhar pra gente – diz Manfio.

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Globo Esporte

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