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Política

PF tem provas de envio de dinheiro para operador do MDB

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PF tem provas de envio de dinheiro para operador do MDB

Investigação dos portos correm pelo Ministério Público Federal e Policia Federal; Grupo Libra também é investigado por renovação de contratos

Polícia Federal (PF) recebeu dez comprovantes de pagamentos da empresa Pérola, do grupo Rodrimar, que explora terminais no porto de Santos, onde a funciona também, o Grupo Libra, cujos contratos foram renovados pelo ex-ministro dos Portos, Edinho Araújo (MDB), aliado do presidente da República Michel Temer (MDB). O dinheiro teria ido para o escritório de advocacia de Flávio Calazans. O advogado revelou, em delação premiada, que seu escritório que foi teria pagado a Milton Lyra, apontado como operador do MDB. Não há menção sobre qualquer beneficio que Edinho possa ter recibo. Neste caso do Rodrimar, ele já era prefeito de Rio Preto.

Os contratos do Grupo Libra, renovados por Edinho, foram anulados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), depois que técnicos do órgão, em auditoria, constataram uma série de irregularidades na renovação. Uma delas foi o descumprimento da legislação portuária. No acórdão da ministra Ana Arraes, o nome de Edinho aparece diversas vezes.

Outro problema apontado pela ministra do TCU na renovação foi o valor acordado. Antes, o Libra pagava R% 51,00 por metro quadrado do terminal 37. Na renovação, o valor caiu para R$ 4,98. Um processo foi determinado por Ana Arraes, para apurar as responsabilidades pela renovação. Edinho nunca quis comentar sobre o assunto com o BOM DIA. No caso da Rodrimar, apenas Michel Temer e outros políticos estariam envolvidos.

NEGA – A Rodrimar disse, por meio de nota, que não participa da gestão da Pérola e que a empresa é controlada por uma multinacional. Disse, ainda, que está sendo alvo de “campanha metódica e oportunista”, com “claros interesses não só políticos, mas também comerciais”.

Os depósitos, que foram recebidos pela Polícia Federal no inquérito dos portos, que investiga se o presidente Michel Temer editou um decreto em 2017 para beneficiar empresas do setor de portos, dentre as quais a Rodrimar. Em troca, a empresa teria pagado propina. Temer nega. Em janeiro deste ano, Temer pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento.

Os depósitos de junho de 2014 a março de 2015 são importantes, segundo os investigadores, porque confirmam informações prestadas na delação premiada de Flavio Calazans, também anexada ao inquérito. O delator afirmou que os depósitos eram de “contratos fictícios firmados entre o escritório de advocacia” e a empresa Pérola.

Calazans revelou que seu escritório serviu como uma espécie de centro de lavagem de dinheiro para Milton Lyra. As operações, segundo Flávio Calazans, eram para Lyra “gerar caixa” para o esquema, e, por isso, “o dinheiro entrava na conta do escritório”.

Esse repasse da Pérola, segundo a delação premiada, entrou na conta do escritório de Calazans entre 18 de junho de 2014 e 20 de março de 2015, em 10 transferências mensais, no valor de R$ 37, 5 mil cada uma.

No acordo, Calazans diz que “existia uma conta corrente de operações entre ele e Victor Colavitti e Rodrigo Britto, sendo que o dinheiro que entrava na conta do escritório saía, imediatamente, ou alguns dias após, para contas indicadas por Rodrigo e Victor”. Rodrigo e Victor foram apontados por Calazans como intermediários de Lyra.

“Afirma que 90% das operações realizadas por Victor e Rodrigo eram operações para Milton Lyra, sendo que precisavam ‘gerar caixa’ e, por isso, o dinheiro entrava na conta do escritório e 97% a 95% eram devolvidos às contas por eles indicadas”, diz um trecho do depoimento do advogado.

Lyra é citado em delações premiadas devido à relação com políticos. Em abril, ele teve a prisão decretada no âmbito da Operação Rizoma que investiga prejuízos no Postalis, fundo de pensão dos funcionários nos Correios.

Ele é suspeito de envolvimento no esquema que desviou recursos do fundo. Em maio, o ministro Gilmar Mendes, do STF, mandou soltar Lyra.

Em maio, a defesa de Lyra divulgou nota afirmando que “nunca fez ou mandou fazer qualquer depósito em favor do escritório de Flávio Calazans”.

FUNAROA Polícia Federal vai ouvir o delator Lucio Funaro no inquérito dos Portos. O delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo caso, argumenta que é a oitiva pendente do operador ligado ao MDB é um dos motivos para que a investigação seja prorrogada por dois meses.

Segundo o blog apurou, o depoimento de Funaro na investigação já foi discutido entre Temer e seus advogados na semana passada. O delegado também pediu mais prazo para concluir a análise dos dados bancários do presidente Temer e do coronel João Batista Lima Filho.

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