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Kleber Carrilho

Palmeiras mostra que importante é atacar com sete jogadores e não se preocupar com dois ou três zagueiros

Redação SP

Publicado

em

Palmeiras mostra que importante é atacar com sete jogadores e não se preocupar com dois ou três zagueiros

Bons resultados fazem avaliações sobre sistemas táticos mudarem da água para o vinho

Muita gente relevante voltou a jogar com três zagueiros nos últimos tempos. Por exemplo, o Real Madrid. Zinedine Zidane não tinha o lateral Mendy, contra o Chelsea. Optou pela escalação de Marcelo, como ala, e três zagueiros por trás dele. Como não venceu o Chelsea, o problema é o sistema. Ocorre que o Chelsea jogava também num 3-4-2-1.

A derrota do Palmeiras para o São Paulo e os desempenhos irregulares contra Guarani e Universitario fizeram parte da crítica e torcida questionarem o sistema tático. Em Lima, depois da vitória sobre o time peruano, Abel Ferreira disse ter escalado sua versão mais agressiva. Voltou ao esquema com dois zagueiros contra o Mirassol e perdeu.

O problema não está em ter dois ou três beques. Está em agredir. Com três zagueiros, Patrick de Paula é meia-armador, não volante. Já tinha sido ponta-de-lança contra o Athletico, ano passado. Fez um golaço, de virada.

Importante poder liberar um meio-campista para o ataque, tendo três protetores atrás. Não é o sistema o problema. O Manchester City joga com linha de quatro atrás, mas faz a saída de jogo com três. O Paris Saint-Germain, idem. O Real Madrid e o Chelsea jogaram num 3-4-2-1. O Palmeiras, idem.

A verdade é que, como dizia Thomas Tuchel, antes de chegar ao Chelsea, o segredo está em atacar com seis ou sete jogadores. Foi o que o Palmeiras fez contra o Independiente del Valle. Tuchel diz que seu sistema ideal é o 3-1-2-4. Afirma que o futuro do futebol é atacar com seis homens. O Palmeiras fez isto contra o Del Valle.

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Fonte: Ge – Globo Esporte.

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