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Cultura

Palco de início de carreira para Emicida, Projota, e outros rappers, Centro Cultural da Juventude faz aniversário com programação gratuita

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O CCJ – Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, localizado na região da Zona Norte da capital paulista, completa 16 anos de fundação. Durante o mês do seu aniversário, o espaço recebe uma série de apresentações gratuitas, até o dia 27 de março.

O CCJ é reconhecido como o maior centro público dedicado aos interesses da juventude de São Paulo. O objetivo do espaço é garantir que as atividades culturais gratuitas e diversificadas proporcionem o empoderamento dos jovens pela cidade. O local já foi palco de artistas no início de suas carreiras, como Emicida Projota, e também de outros no auge, como Manu Chao (saiba mais abaixo).

No domingo (27), dia do aniversário do CCJ, o rapper BKfecha a programação do mês com uma apresentação musical aberta ao público, a partir das 21h. O evento, que celebra os 50 anos do Hip Hop, será em um palco montado em frente ao CCJ, da mesma forma como eram feitos o eventos do centro, antigamente.

Outros artistas também estão na programação do dia 27, como Do BoomBap ao Drill, que se apresenta às 17h, Grafitti Cor de Pele e Dj Luiz Cardo.

Em 16 anos de existência, segundo o coordenador do CCJ, Alexandre Ricardo, a relação do espaço com a região continua fortalecida.

“Não é só uma relação participativa temporária, ele é inserido realmente de uma forma impactante, tanto que nesses 16 anos, muitos que ficam muito tempo sem vir, passam para ver como está. Então a energia desse espaço impactou toda essa região”, contou Alê.

Centro Cultural da Juventude, na zona norte de SP, completa 16 anos em março — Foto: Divulgação/CCJ

Centro Cultural da Juventude, na zona norte de SP, completa 16 anos em março — Foto: Divulgação/CCJ

Impacto para os jovens

 

Alê, como Alexandre Ricardo é conhecido no CCJ, está no espaço desde a fundação do centro. Ele afirma que na época em que o Centro Cultural da Juventude foi inaugurado em 2006, não havia nenhum outro espaço na cidade com a mesma estrutura do local, especialmente de cultura para o jovem.

Segundo Alê, o CCJ contribuiu para a transformação de muitos jovens que passaram por ali, ainda que direta ou indiretamente.

“Conheço muita gente que está na na área de cultura ou fora, mas que agradece imensamente, ao CCJ pelo conteúdo que eles acabaram adquirindo aqui. É gratificante ver como jovens entraram totalmente cru e a gente conseguiu de alguma forma, lapidar isso e transformar.”

 

Racha na Arena no CCJ com batalhas de breaking e mais sobre danças contemporâneas — Foto: Willian Machado

Racha na Arena no CCJ com batalhas de breaking e mais sobre danças contemporâneas — Foto: Willian Machado

O CCJ foi berço, inclusive, de projetos como o Racha na Arena. O evento que é referência cultural no cenário das danças urbanas, em especifico o breaking, seleciona possíveis atletas para a formação da seleção representativa do Brasil nos Jogos Olímpicos.

“Imagina uma estrutura como a gente coloca, porque aqui a Batalha é via nacional. Então quem é campeão aqui vai para o mundial. Para você ver, a coisa é tão grande que vem gente da Argentina, vem do Paraguai”, disse o coordenador.

Espaço para artistas da região

 

Ao longo desses 16 anos, o CCJ também foi palco para muitos artistas no início de suas carreiras. Esse é o caso dos rappers Emicida, Projota e Rashid. Os músicos, que são da região da Zona Norte paulistana, já realizavam show no espaço, quando ainda não eram conhecidos pelo país.

“Estou aqui nesse tempo e sempre bati nessa tecla de manter a essência do CCJ que é a de respeitar quem é da comunidade. Tem artistas hoje conhecidos no rap como Emicida, Projota e Rashid, que nem tinham sucesso ainda e abriam show aqui.”

Emicida foi um dos artistas da região que iniciou a carreira com apresentações no CCJ — Foto: Divulgação/CCJ

Emicida foi um dos artistas da região que iniciou a carreira com apresentações no CCJ — Foto: Divulgação/CCJ

Ale também destaca que o CCJ costumava incluir esses artistas, em fase iniciante, em apresentações de grandes artistas, que chegavam no espaço. Ele lembra da situação durante o show do rapper Mano Brown, em que o cantor convidou os outros artistas iniciantes que estavam no espaço, para subir no palco e se apresentar com ele.

“Eles foram no palco e o Mano Brown chamou eles todos para cantar. Então, isso é legal porque não adianta só trazer artistas de fora, e as pessoa que é daqui da região não participar. De repente, ela vê o vizinho dela cantando e talvez nem saiba que ele é um artista. Então esses impactos positivos que a gente quer causar”, destacou o coordenador.

As apresentações dos artistas serviram para divulgar o espaço e causar uma grande repercussão na cidade.

“No show do Manu Chao a gente tinha 20 mil pessoas aqui, sendo que não comportava isso então teve gente que ficou na praça do cemitério, também teve gente que nem conseguiu ver show. A gente ficou até assustado pelo nível.”

 

Público foi assistir Manu Chao no CCJ em 2011 — Foto: Divulgação/CCJ

Público foi assistir Manu Chao no CCJ em 2011 — Foto: Divulgação/CCJ

Manu Chao em apresentação em frente ao CCJ — Foto: Divulgação/CCJ

Manu Chao em apresentação em frente ao CCJ — Foto: Divulgação/CCJ

Dificuldades de investimentos financeiros

 

O coordenador destaca que os investimentos públicos que o espaço recebe diminuíram em relação aos nos anos inicias.

“Agora, eu acho que também tem muita relação com a economia do país, então ficou bem mais precária e bem mais difícil. Ainda tem um pouco que a gente ainda consegue ajudar esses coletivos, mas não com tanto poder como era antes e a gente espera que no futuro a gente tenha situações melhores na política”.

Para ele, priorizar a educação e a cultura é o melhor caminho para estruturar um país.

“Amigos meus japoneses falam que na Segunda Guerra Mundial, além da educação, eles deram prioridade à cultura e isso foi um alicerce muito poderoso para para aquele povo se estruturar e assim a gente tem frutos.”

Além de oficinas, apresentações e shows, o CCJ também reúne equipamentos públicos de: biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de projetos, estúdio para gravações musicais, ilhas de edição de vídeo e de áudio, sala de oficinas e galeria para exposições, além de uma ampla área de convivência e com computadores com acesso à internet.

Aniversário de 16 anos do Centro Cultural da Juventude – até 27 de março

 

Fuscalhaço – Música, brincadeiras, histórias e palhaçaria

  • Dia: 20/03, às 16h
  • Onde: Presencial no Hall de Entrada

 

Fuscalhaço - Mala do caminhante será apresentado no CCJ neste domingo (20) — Foto: Divulgação/CCJ

Fuscalhaço – Mala do caminhante será apresentado no CCJ neste domingo (20) — Foto: Divulgação/CCJ

Engrenagem Urbana – Música

  • Quando: 26/03, às 19h
  • Onde: presencial na fachada do CCJ

 

Legados e Novos Horizontes – Música

  • Dia: 27/03, às 19h
  • Onde: presencial na fachada do CCJ

 

Mês do Hip Hop

 

Dia 27

  • (Graffit Cor de Pele) Cafu, às 13h
  • Bealve$ Pocket Show Bealve$, às 14h
  • M.A JAY NA POLIVOX DJ. M.A JAY, às 15h
  • Um novo atual M-Sários do Rei, às 16h
  • Do Boombap ao Drill – Ritmo, Beats e Flow DJ Neew, às 17h
  • Dieguito Reis & Banda Dieguito Reis, às 18h
  • Espetáculo de Lay Niara Lay Niara, às 19h
  • DJ Luiz Cardo Luiz Cardo, às 20h
  • BK, às 21h

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G1

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