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ONG diz que líder do Estado Islâmico está morto; Pentágono não confirma

Redação

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ONG diz que líder do Estado Islâmico está morto; Pentágono não confirma

Abu Bakr al Bagdadi é o líder número 1 do grupo terrorista. Em junho, a Rússia tinha afirmado que um ataque aéreo poderia ter atingido o terrorista.

A ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos, que acompanha a guerra na Síria, afirmou nesta terça-feira (11) que o líder supremo do Estado Islâmico, Abu Bakr al Bagdadi, está morto, de acordo com a France Presse. O governo dos Estados Unidos diz não ter informações que confirmem a morte.

Em 16 de junho, o Ministério Defesa da Rússia tinha afirmado que um ataque aéreo russo de 28 de maio pode ter matado Baghdadi em Raqqa, cidade no centro-norte da Síria que é o principal reduto do grupo terrorista no país.

O alvo deste bombardeio era um encontro de líderes do Estado Islâmico, do qual Baghdadi participaria. Na ocasião, a Rússia procurava confirmar a informação e a coalização não confirmou a informação.

Logo após a divulgação da informação pela ONG, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no Twitter que houve uma “grande vitória contra o Isis”.

A morte de Baghdadi seria um importante golpe contra a organização terrorista que viu o seu território diminuir 80% na Síria e no Iraque.

Raqqa está quase cercada por uma coalizão de grupos sírios, curdos e árabes. No domingo (9), as forças iraquianas anunciaram a retomada da maior parte de Mossul, cidade que havia sido conquistada pelo grupo terrorista em junho de 2014. Integrantes do grupo terrorista ainda resistem em alguns pontos da cidade velha.

Em Mossul, al-Baghdadi se declarou “califa” (líder de todos os muçulmanos). O vídeo do líder do Estado Islâmico vestido com mantos clericais negros declarando seu califado, do púlpito da Grande Mesquita de Al-Nuri, é sua última imagem pública.

Veja no mapa as áreas dominadas pelo EI em 2014 e em 2017 (Foto: Cartas de Laura Canali para a revista

Veja no mapa as áreas dominadas pelo EI em 2014 e em 2017 (Foto: Cartas de Laura Canali para a revista “LIMES – Rivista Italiana di Geopolitica”)

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