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O Ocaso do Ocidente

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O Ocaso do Ocidente

O Ocidente é este lado do mundo, que gerou a Democracia Liberal e a máquina a vapor; os direitos civis e o iPhone; a constituição e as redes sociais. O Oriente, o lado de lá, criou a economia planificada e a Rota da Seda; a pólvora e o sputnik. O Ocidente mandou no Mundo a partir do século 16. Neste século, é o Oriente que passa a mandar. EUA e Europa são o Ocidente em declínio. A Rússia de Putin e a China de Xi Jing Pin, o Oriente em ascensão. Acredita-se que em 2023 a economia da China ultrapassará a dos EUA, e a Rússia será a 8a do mundo, no lugar hoje do Brasil.

O Brasil, que vivia na periferia de quem mandava, agora se vê do lado errado do Planeta.

Xi Jing Pin comanda uma economia planificada com tomada de decisão eficiente e eficaz,    que definiu este ano no quê e quanto a China vai investir até 2030, e que o país será uma potência global bélica até 2050. Lá, numa semana erguem um edifício de humilhar a avenida Paulista. Construíram quase uma centena de portos neste século, enquanto o Governo brasileiro tem que aturar, por anos, TCU, MP e Judiciário ao tentar fazer um.

Putin comanda o que já é uma potência bélica. A Rússia tem muito petróleo e faz da Europa refém do seu gás. Se Putin fechar o registro, a Europa morre de frio e sua economia entra em colapso.

Os Governos do Ocidente, hoje, quando decidem bem, ouvem as partes afetadas e buscam consenso. Quando decidem mal, são influenciados pelos interesses contraditórios de grandes corporações privadas, da sociedade civil e de sua burocracia. Os interesses em conflito que mandam no Ocidente atrasam a tomada de decisão pelos seus Governos e impedem que estes mantenham um rumo claro para suas economias.

Tem-se dito que as redes sociais são responsáveis por fenômenos políticos como Trump nos EUA, a saída do Reino Unido da União Europeia e o apoio crescente a candidatos autoritários na França e na Alemanha. Faz também sentido enxergar, pela manipulação das redes sociais, o processo em curso de derrota da Democracia Liberal para atender à busca do Ocidente por condições de competir com a autocracia do Oriente.

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