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O DESAFIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PARA SE MANTEREM VIVAS

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O DESAFIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PARA SE MANTEREM VIVAS

O SEBRAE realizou, recentemente, estudo sobre o financiamento das MPE no Brasil, no qual fica patente que a sobrevivência dessas empresas em nosso setor produtivo é decorrente da têmpera de nossos empreendedores  e de uma capacidade de resiliência inigualável.

Em que pese o nosso sistema financeiro nacional ser considerado um dos mais modernos do mundo e a relação Crédito/PIB se situar em torno de 52%, acima da média da América Latina, a participação das MPE no crédito total do sistema, tem ficado em torno dos 10%, abaixo de países, como, Austrália, Estônia, Finlândia, EUA, etc..

De fins de 2014 até meados do ano passado, o volume de crédito concedido às MPE, sofreu uma redução de 36%, passando de R$ 416,1 bilhões para R$ 264,6 bilhões, a preços constantes de março de 2017.

Nesse mesmo período, a redução do crédito total foi de 23 %, o que demonstra que num período de recessão , como foi o que passamos nesses quase quatro anos, o ônus maior dessa conta recaiu sobre o elo mais fraco da cadeia produtiva, ou seja, as MPE, como, aliás, tem sido a tônica.

O acesso ao crédito, por parte dessas empresas, tem sido um grande desafio para as autoridades governamentais, uma vez que a concentração bancária ainda é muito elevada – os seis maiores bancos detém juntos 81% do total de crédito oferecido às MPE.

O estabelecimento de políticas públicas que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios para essas empresas é questão estratégica para o desenvolvimento econômico, uma vez que essas empresas contribuem com 27% do PIB e são responsáveis por 52% do emprego gerado com carteira assinada, segundo estudo realizado pelo SEBRAE.

Um exemplo de iniciativa pública para fortalecer as micro e pequenas empresas é a organização e o fortalecimento do aparato regulatório no município que estimule essas empresas a participar de compras públicas, com transparência e probidade. Simplificar processos, oferecer capacitação, propiciar acesso ao crédito produtivo, entre outras, são exemplos de ações de políticas públicas que fortalecem a atividade produtiva de micro e pequenas empresas, com alto impacto na geração de empregos.

Outro exemplo é o fortalecimento dos fundos garantidores, como é o caso do FAMPE, no SEBRAE, FGI, no BNDES e FGO, no Banco do Brasil.

Esses fundos, uma vez que estejam melhor capacitados tecnológica e financeiramente, podem desempenhar um papel crucial na facilitação do acesso ao crédito, por essas micro e pequenas empresas, ao proverem a garantia para o agente financeiro, principal motivo pelo qual essas empresas são alijadas do sistema convencional de crédito.

Essas empresas, para sobreviverem nos mercados em que atuam, uma vez que encontram enormes dificuldades para acessarem o crédito junto à rede bancária, se valem dos financiamentos concedidos pelos seus fornecedores, utilizam a modalidade do pagamento com cheque pré-datado, cheque especial, cartão de crédito empresarial e dinheiro emprestado de amigos e parentes.

São essas as modalidades mais utilizadas, segundo a mesma pesquisa do SEBRAE, demonstrando que a obtenção do financiamento, principalmente, para o investimento fixo, representa um sonho muito distante para a maioria dos nossos empreendedores.

A propósito, com a introdução das novas tecnologias nos processos de produção e de gestão, com a utilização de ferramentas que se valem de big data, machine learning, inteligência artificial, block chain, etc., é cada vez mais imperiosa a necessidade de obtenção de financiamento de longo prazo por essas empresas para continuarem a competir nos mercados em que atuam.

Os bancos de varejo, em geral, não tem apresentado apetite para a concessão de financiamentos de prazo mais longo, principalmente, para o segmento das MPE’s, onde a percepção de risco é naturalmente maior.

Basicamente, quem supre essas necessidades são os bancos e agências de fomento, sob a liderança do BNDES, que tem buscado estruturar novas linhas de financiamento com prazos mais longos e taxas de juros competitivas.

Mesmo assim, se considerada a importância que esse setor tem sobre a economia, como já apresentado anteriormente, os volumes de empréstimo e financiamento concedidos por essas instituições não é compatível, ficando muito aquém, o que tem acarretado uma perda de competitividade considerável para essas empresas.

É preciso haver um esforço concentrado nas três esferas governamentais, em termos de simplificação dos processos de abertura e fechamento de empresa, assim como no campo da tributação e no campo da concessão do crédito de longo prazo.

Podemos dizer que é um alento, quando notamos que o SEBRAE, em sua missão institucional, tem prestado excelentes serviços em prol das micro e pequenas empresas, via oferecimento de consultoria, treinamento, cursos de capacitação, etc., assim como, tem participado ativamente das discussões no Congresso Nacional, relacionadas à Lei Geral das MPE’s, ao REFIS das MPE’s, à criação da Empresa Simples de Crédito, ao Programa Especial de Regularização Tributária da microempresas e empresas de pequeno porte e tantos outros projetos, que são fundamentais para o estabelecimento de um ecossistema mais favorável ao florescimento e consolidação dessas empresas em nossa economia.

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