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Nove meses após ter parada cardíaca no Metrô de SP, idoso conhece médicos e funcionários que o salvaram

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Nove meses após ter parada cardíaca no Metrô de SP, idoso conhece médicos e funcionários que o salvaram

Joel Inácio de Souza pegou o trem, viajou duas estações, saiu e acabou caindo em uma plataforma em 10 de março, antes da pandemia. Na quarta (16), ele conheceu médico residente e os seguranças que o salvaram na Estação Santa Cecília, no centro da capital.

Um idoso que teve uma parada cardíaca numa estação de Metrô de São Paulo, antes da pandemia de coronavírus, conheceu nove meses depois o médico e os funcionários que o salvaram.

O autônomo Joel Inácio de Souza, de 61 anos, perdeu os sentidos no dia 10 de março deste ano na plataforma de embarque da Estação Santa Cecília, no centro da capital. Ele foi socorrido por um médico residente que havia perdido o embarque e pelos seguranças do Metrô.

O homem foi socorrido numa ambulância. Foi levado ao hospital. Sobreviveu e escreveu para o Metrô, dizendo que gostaria de conhecer as pessoas que o salvaram para agradecê-las.

“Venho por meio desta agradecer aos funcionários que, prontamente, prestaram socorro, tendo eu sofrido parada cardíaca na estação Santa Cecília, sendo socorrido por um médico, levado para a Santa Casa. Gostaria de agradecer pessoalmente aos funcionários do metrô que foram fundamentais nesse socorro”, escreveu Joel.

O reencontro ocorreu na quarta-feira (16). O Jornal Nacional acompanhou.

“Gratidão eterna por vocês, por vocês existirem, por vocês pensarem nos outros, não pensarem só em vocês. Eu ficava olhando os seguranças, falava ‘qual foi, qual foi?’ Também aqueles anônimos que estavam no vagão, alguém fez uma coisa também, porque me tiraram, as minhas malas vieram junto. Obrigado mesmo do fundo do meu coração”, agradeceu Joel, que não se lembra dessas pessoas porque sua mente apagou esse registro.

Antes da pandemia

Quando esteve em São Paulo em março, o autônomo tinha saído de ônibus de Cuiabá, no Mato Grosso, para se tratar de uma grave cardiopatia na capital paulista.

Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a falta de oxigenação no cérebro pode apagar uma parte da memória de quem sofre uma parada cardíaca. Essa é a última lembrança do Joel é de dentro do ônibus que o levou de MT a SP, quando ele foi checar o relógio que marca parâmetros corporais e viu que a pressão estava boa.

Ele não sabe como saiu da rodoviária, passou pela interligação e pelas catracas do metrô com toda a bagagem, entrou no trem, viajou duas estações, desceu e caiu em uma plataforma. Desse ponto em diante, a vida dele dependeu de muitas mãos.

Da sala de segurança, os metroviários viram quando um passageiro foi tirado do trem. “Nós chegamos aqui e ele já estava caído”, contou um segurança.

Começou então um esforço para trazê-lo de volta com massagem cardíaca. “Foi revezamento, porque é bem cansativo, tem que fazer muita força”, disse o segurança do Metrô Márcio Rodrigues Pretel.

“Eu lembro da cena e é muito bom ver o seu Joel aqui, bem, porque é um momento que tanto marca a vida dele quanto marca a nossa”, conta o outro segurança Marcelo Faion Santana.

Foi quando chegou o médico residente para prestar socorro, que só entrou nessa história porque não alcançou o trem depois de um longo plantão. “Eu tentei correndo pegar o metrô, não consegui. Esperar o próximo metrô. E aí eu pude perceber que do outro lado da plataforma estava acontecendo a reanimação”, contou o médico Bruno Muniz Pinto.

Quando viu o paciente no chão, Bruno sabia que as chances eram mínimas. Mas quando sentiu que o pulso ia e vinha, voou com ele para o hospital, de onde tinha acabado de sair.

“Eu já mandei mensagem para os meus colegas: ‘PCR [parada cardiorrespiratória], metrô Santa Cecília, estou chegando com o paciente’. Coloquei na ambulância, ele ainda estava em parada, reanimei dentro da ambulância e dentro da ambulância ele voltou, consegui sentir pulso. Na hora que eu senti pulso eu falei para o motorista: ‘Motorista, corre, paciente voltou’”, falou Bruno.

A família de Joel chegou a ser avisada do pior. A mulher dele ficou desesperada. “Olha, desespero é pouco. Ela chegou a dizer que o que seria da vida dela ali sem o companheiro, porque nós fazemos tudo junto”, lembrou Joel.

Mas o destino do Joel era viver para ver e agradecer ao médico e funcionários do Metrô por terem conseguido salvar sua vida.

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G1 – Globo.

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