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Dia a Dia

Novas instalações de painéis de energia solar triplicaram na capital paulista em 2021, diz associação

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A demanda por instalação de painéis de energia solar em casas e estabelecimentos comerciais triplicou na capital paulista em 2021 em comparação a 2020, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

economia na conta de energia elétrica – que ficou ainda mais cara no ano passado – é apontada por especialistas como o principal motivo para a alta. Com as placas instaladas nos telhados, é possível economizar até 95% na conta de luz de casas e de 60% a 70% em empresas de média tensão.

O painel fotovoltaico, como é chamado, capta a luz solar e a transforma em energia elétrica para a utilização na casa ou comércio. Se o consumidor passa o dia fora de casa, por exemplo, e não consome a energia gerada, ela é fornecida para a concessionária de energia local para abastecer outros consumidores e gera um “crédito” para quem forneceu com até cinco anos para utilizar.

Além disso, a energia solar é considerada melhor para o meio ambiente, porque utiliza a luz do sol para gerar energia e deixa de usar outras fontes, como a queima de combustíveis fósseis – responsável por emitir gases que aumentam o aquecimento global.

O investimento neste tipo de energia, porém, ainda é alto. Ele leva em média cinco anos para se pagar e dar retorno financeiro, de acordo com a Absolar (saiba mais abaixo).

Em todo o Brasil e no estado de São Paulo, o segundo do país no ranking de energia solar, os números dobraram em 2021 em relação a 2020. Já na capital, triplicaram.

O número de novas conexões de energia solar passou de 756 em 2020 para 2.113 em 2021 na cidade de São Paulo. Foram 793 novos consumidores em 2020 e 2.198 no ano passado. Em termos de megawatts de potência instalada no ano, foram 6,9 megawatts em 2020 e 16,2 megawatts em 2021. Veja no gráfico abaixo:

Novas conexões de energia solar triplicam na capital paulista em 2021 — Foto: Arte/g1

Novas conexões de energia solar triplicam na capital paulista em 2021 — Foto: Arte/g1

Para Roberto Zilles, diretor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) na Universidade de São Paulo (USP) e coordenador de pesquisa em energia fotovoltaica na universidade, a alta da demanda se explica por três fatores:

  • A conta de energia elétrica ficou mais cara em 2021 por causa da bandeira vermelha e se tornou ainda mais vantajoso financeiramente a economia na conta que a energia solar proporciona;
  • Por ser uma grande metrópole, São Paulo adota primeiro as grandes inovações. É aqui que as pessoas têm poder aquisitivo maior e mais acesso à informação. Além disso, há mais empresas que realizam a instalação;
  • preocupação com o meio ambiente e formas de consumo sustentáveis e mais verdes é global, agravada pelo risco cada vez maior de desastres naturais provocados pelo aquecimento global que já afeta diversas partes do mundo.

 

“O crescimento tem muito a ver com o benefício econômico, que é muito interessante. Não quero tirar a importância dos benefícios sociais, de geração de emprego, e dos benefícios ambientais. Mas hoje colocar o sistema na sua casa ou no seu comércio é um investimento de 3 a 4 vezes melhor do que se você deixar o dinheiro na poupança. A energia solar é cara se comparada a outros custos, mas nenhuma aplicação no mercado financeiro te dá esse retorno”, afirma Zilles.

A expectativa da associação do setor é a de que o uso de energia fotovoltaica cresça ainda mais nos próximos anos, considerando o cenário de crise hídrica que está previsto para 2022.

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G1

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