Os autoridades da China revelaram que fecharam as portas para futuras apresentações do cantor canadense Justin Bieber, por conta do "mau comportamento" do

Redação Publicado em 21/07/2017, às 00h00 - Atualizado às 09h48
Os autoridades da China revelaram que fecharam as portas para futuras apresentações do cantor canadense Justin Bieber, por conta do “mau comportamento” do ídolo do pop dentro e fora do país asiático.
“Não é apropriado que entrem no país artistas que tenham tido comportamentos inadequados”, disse o Escritório Municipal de Cultura de Pequim, em um comunicado publicado nesta semana, respondendo ao pedido de um fã para que Bieber pudesse se apresentar na China.
“Bieber é um jovem cantor com muito talento, mas também polêmico, e como figura pública teve uma série de comportamentos poucos adequados em sua vida social, tanto no exterior como dentro da China”, explica a nota.
Por enquanto, o país não permitiu que o artista, de 23 anos, atue nos palcos chineses “com o objetivo de regular a ordem das atuações e purificar o ambiente”, acrescentando no documento publicado no site oficial do departamento de cultura.
A nota é finalizada desejando que “Justin Bieber possa melhorar as suas palavras e comportamentos à medida que amadurecer e se transformar em um verdadeiro cantor pop”.
A China vetou a entrada de diversos artistas internacionais no passado, ainda que seja pouco habitual que as autoridades expliquem a razão dos vetos, como fizeram agora com Bieber.
Artistas, como a islandesa Bjork (que gritou a favor de um Tibete independente durante uma apresentação em Xangai), Bon Jovi, Oasis e Guns N’Roses tiveram problemas com as autoridades chinesas e inclusive sofreram cancelamentos de shows na última hora por desavenças políticas com o regime comunista.
Justin Bieber fez uma turnê na China, em 2013, quando causou certa polêmica ao percorrer a Grande Muralha e tirar fotos sendo levado nas costas por seus seguranças.
No entanto, a maior polêmica de Bieber com a China foi protagonizada no ano seguinte, quando visitou em Tóquio (Japão), o santuário Yasukuni, um lugar impopular em outros países da Ásia Oriental, pois homenageia, entre outros, crimes de guerra na época em que o Exército japonês invadiu o território chinês.
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