O filho do presidente Jair Bolsonaro usa rede social para manifestar arrependimento por falar no retorno do AI-5

Redação Publicado em 02/11/2019, às 00h00 - Atualizado às 11h04
O filho do presidente Jair Bolsonaro usa rede social para manifestar arrependimento por falar no retorno do AI-5
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em live nesta sexta-feira (1), reconheceu seu erro ao sugerir o retorno do AI-5 (instrumento da ditadura militar) e disse ter sido “infeliz” na referência que fez. Durante sua fala mostrou arrependimento por ter sugerido a retomada de um mecanismo de repressão usado no período do regime militar.
A declaração de Eduardo Bolsonaro foi feita em entrevista concedida à jornalista Leda Nagle, no YouTube, causando uma reação imediata em diversos setores da sociedade. “De maneira nenhuma eu cogitei, naquele momento, de retornar com o AI-5. Eu falava sobre o que está acontecendo no Chile e o que pode ocorrer no Brasil.” disse.
Na transmissão ao vivo que fez, Bolsonaro ainda disse: “no Chile, o pessoal está depredando estações de metrô, tacando fogo em prédio público, tacando fogo em ônibus, escolas tendo que parar as aulas, vôos sendo alterados.” Explicou. O deputado também disse: “aqui no Brasil, tem gente falando que isso é democracia, que isso é protesto. Então, estava falando que nesse cenário, nesse contexto” afirmou.
Por Jair Viana – Jornal Diário de São Paulo
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação