O ex-presidente da Bolívia Evo Morales deixou o México , país no qual vive como exilado político desde que renunciou no mês de novembro, para visitar Cuba na

Redação Publicado em 09/12/2019, às 00h00 - Atualizado às 11h07
O ex-presidente da Bolívia Evo Morales deixou o México , país no qual vive como exilado político desde que renunciou no mês de novembro, para visitar Cuba na sexta-feira (6).
Segundo a agência Reuters , Evo saiu do país em voo comercial de forma temporária para uma consulta médica com equipe que o tratou de um nódulo na garganta no ano de 2017. Outros procedimentos, como a operação de um desvio de septo e de problema no joelho também já foram tratados anteriormente pela mesma equipe.
Após a ida para Cuba, Morales estuda se mudar para a Argentina. No país, ele teria mais proximidade da Bolívia e conseguiria articular com mais facilidade reuniões políticas. O boliviano teria estudado também a possibilidade de participar da posse do novo presidente, Alberto Fernández, mas a equipe do kirchnerista alegou que não conseguiria fornecer segurança suficiente para ele na ocasião.
O único obstáculo que impede a mudança de Evo Morales para a Argentina, segundo o jornal El País, são as preocupações envolvendo a segurança do político. No México, ele passou maior parte do tempo em uma base militar, se mudando para uma casa apenas recentemente.
iG
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação