Depois de ser derrotado na Câmara dos Deputados, o governo Bolsonaro pode editar uma medida provisória fixando as regras para socorro a estados e municípios

Redação Publicado em 14/04/2020, às 00h00 - Atualizado às 14h42
Depois de ser derrotado na Câmara dos Deputados, o governo Bolsonaro pode editar uma medida provisória fixando as regras para socorro a estados e municípios que registram queda de arrecadação neste momento de combate ao coronavírus.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), disse que ideia é que a MP possa ser editada até esta quarta-feira (15) na busca de fazer com que o governo retome o comando do processo, porque cabe a ele fazer o socorro.
“Não é uma decisão de partir para o confronto, mas simplesmente de colocar as coisas no seu lugar. Afinal, quem fará o socorro é a União, então cabe a ela propor as regras básicas. Depois, a Câmara e o Senado podem tentar melhorar a proposta, dizer o que acham da ideia do governo”, afirmou Fernando Bezerra
“Essa regra beneficia mais os estados ricos e prejudica os mais pobres. Temos de encontrar outra fórmula”, afirmou Fernando Bezerra. Além disso, ele disse que o governo é contra um socorro por seis meses de saída.
“Vamos fixar três meses primeiro, como foi feito para trabalhadores formais e informais. Depois, se for preciso renovar, o governo renova”, acrescentou.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação