O julgamento do procurador Deltan Dallagnol do Conselho Nacional do Ministério Público foi deferido em parte por Edson Fachin a pedido da defesa do

Redação Publicado em 25/08/2020, às 00h00 - Atualizado às 10h21
O julgamento do procurador Deltan Dallagnol do Conselho Nacional do Ministério Público foi deferido em parte por Edson Fachin a pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O julgamento do processo já foi mais de 40 vezes desde 2016, segundo a defesa do ex-presidente Lula .
Dallagnol deve ser julgado ainda nesta terça-feira (25) pela apresentação de um PowerPoint, em 2016, que mostrava explicações sobre a denúncia contra o ex-presidente no processo do triplex localizado no Guarujá, em São Paulo.
A prescrição do caso é um risco, na leitura de Fachin. O que impediria a aplicação de possíveis penas ao procurador da Operação Lava Jato em Curitiba.
“A potencial incidência da prescrição é, portanto, um conteúdo mínimo do núcleo de determinação do conceito de razoável duração”, disse o ministro do STF, que é o relator do caso.
A defesa de Lula vê o PowerPoint apresentado por Dallagnol em 2016 como abuso de poder. No arquivo, o petista aparece como comandante de uma suposta organização criminosa.
Em entrevistas, Dallagnol chegou a admitir que poderia ter apresentado as informações de maneira diferente para evitar críticas.
.
.
.
iG
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação