Diário de São Paulo
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POLÊMICA POLÍTICA

Vereadora do PL é questionada ao vivo sobre apoio a Bolsonaro após denunciar assédio em debate

Eduarda Campopiano foi questionada ao vivo sobre incoerência entre discurso contra ataques às mulheres e apoio a aliados envolvidos em falas polêmicas.

Eduarda Campopiano foi questionada sobre suposta incoerência entre discurso contra ataques às mulheres e apoio a aliados envolvidos em falas polêmicas. - Imagem: Reprodução
Eduarda Campopiano foi questionada sobre suposta incoerência entre discurso contra ataques às mulheres e apoio a aliados envolvidos em falas polêmicas. - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 27/05/2026, às 09h17


A vereadora Eduarda Campopiano se tornou alvo de polêmica após ser questionada sobre contradições em seu apoio a Jair Bolsonaro, enquanto defende o combate a assédios contra mulheres.

O episódio ganhou destaque nas redes sociais, onde internautas criticaram a incoerência entre seu discurso de defesa das mulheres e seu alinhamento político com figuras controversas.

Apesar das críticas, Eduarda tentou justificar sua posição, afirmando que diferentes situações não devem ser tratadas da mesma forma, mas a discussão sobre seletividade em discursos políticos foi reavivada.

A vereadora Eduarda Campopiano voltou ao centro de uma polêmica nas redes sociais após ser confrontada durante entrevista ao Canal do Paulo Mathias sobre uma suposta contradição em seu posicionamento político.

Recentemente, Eduarda participou de um debate político e acusou uma das participantes de tê-la assediado durante a discussão. O episódio gerou repercussão e levou a vereadora a defender publicamente o combate a ataques e constrangimentos contra mulheres.

No entanto, durante a entrevista, o jornalista Felipe Reis questionou a parlamentar sobre o fato de manter apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a aliados envolvidos em declarações frequentemente criticadas por opositores como ofensivas ou misóginas.

O momento rapidamente viralizou nas redes sociais. Internautas passaram a apontar incoerência no discurso da vereadora, argumentando que a defesa das mulheres deveria ocorrer independentemente de alinhamento ideológico ou político.

Eduarda tentou rebater as críticas e afirmou que situações diferentes não podem ser tratadas da mesma maneira. Ainda assim, o trecho passou a circular entre páginas políticas e perfis de debate público, reacendendo discussões sobre seletividade no discurso político.


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