Uma operação da Polícia Militar foi realizada após explosão em sacolas abandonadas no dentro do terminal; não houve feridos

William Oliveira Publicado em 12/03/2025, às 10h28
Na manhã desta quarta-feira (12), uma operação da Polícia Militar foi realizada no Terminal Pinheiros, localizado na zona oeste de São Paulo, após uma suspeita de bomba. O alerta foi recebido por volta das 6h30, quando agentes foram acionados para investigar duas sacolas abandonadas na área interna do terminal de ônibus.
De acordo com as autoridades policiais, um dos objetos nas sacolas acabou explodindo. Felizmente, não houve feridos no incidente. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi chamado para isolar a área afetada enquanto as investigações prosseguiam.
Imagens divulgadas mostram que panfletos com mensagens políticas foram encontrados nas proximidades das sacolas. Os materiais continham frases como "Abaixo os generais golpistas! Morte aos fascistas! Viva o maoismo! Viva a guerra popular! Viva a revolução democrática!" e estavam assinados pelo Partido Comunista do Brasil (PCB).

Até o fechamento desta matéria, não havia registros de prisões relacionadas ao caso, e a ocorrência foi encaminhada ao 14º Distrito Policial de Pinheiros para a continuidade das investigações.
De acordo com a SPTrans, a operação não interferiu na circulação dos ônibus no terminal, que continua funcionando normalmente.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação