Diário de São Paulo
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Suspeito preso em 48h

Suspeito de estuprar e matar idosa é preso enquanto trabalhava em restaurante em Guarulhos

Homem foi identificado por câmeras de segurança e detido menos de 48 horas após o crime

Delegado destaca a operação ininterrupta que levou à prisão do suspeito, ressaltando a gravidade do crime cometido - Imagem: Reprodução
Delegado destaca a operação ininterrupta que levou à prisão do suspeito, ressaltando a gravidade do crime cometido - Imagem: Reprodução

Letícia Sales Publicado em 04/05/2026, às 14h08


Um homem de 34 anos foi preso no domingo (3), suspeito de estuprar e matar uma idosa de 65 anos no bairro onde ela morava, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A captura ocorreu enquanto ele trabalhava na cozinha de um restaurante, menos de 48 horas após o crime.

A vítima foi atacada dentro de casa na madrugada de sábado (2). De acordo com a Polícia Civil, ela foi asfixiada com um travesseiro e apresentava sinais de violência, indicando que tentou resistir ao agressor.

Veja o momento em que o suspeito invade a residência:

Imagens foram decisivas para identificação

Câmeras de segurança registraram o instante em que o suspeito escala o muro e entra no imóvel da vítima. Segundo as investigações, ele permaneceu no local por cerca de uma hora. Outro registro ajudou a confirmar a identidade: a forma de andar do homem, marcada por uma característica específica em um dos pés.

A partir dessas imagens, os policiais conseguiram localizar o suspeito rapidamente.

Prisão ocorreu durante expediente

O homem foi encontrado trabalhando em um restaurante na Avenida Paulo Faccini. A prisão foi realizada pelo delegado responsável pelo caso, com apoio de outros agentes.

O delegado destacou a rapidez da ação policial diante da gravidade do crime: “Assim que tomamos conhecimento sobre esse crime brutal, desencadeamos uma operação ininterrupta para capturar esse criminoso. Conseguimos encontrá-lo e o prendemos trabalhando”.

Investigação segue em andamento

O caso gerou forte comoção entre moradores da região, principalmente pela violência empregada. A Polícia Civil continua apurando os detalhes do crime e reunindo provas para a conclusão do inquérito.


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