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Zona Norte

Motociclista de 26 anos perde a vida após invadir contramão

Um motociclista de 26 anos perdeu a vida em um acidente trágico na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, envolvendo dois carros

Alisson Rodrigues, de 26 anos, pilotava uma motocicleta quando invadiu a contramão e bateu de frente com um carro - Imagem: Reprodução / TV Globo
Alisson Rodrigues, de 26 anos, pilotava uma motocicleta quando invadiu a contramão e bateu de frente com um carro - Imagem: Reprodução / TV Globo

William Oliveira Publicado em 08/09/2025, às 12h15


Um trágico acidente na tarde deste domingo (7) na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, resultou na morte do motociclista Alisson Rodrigues, de 26 anos. A colisão ocorreu por volta das 18h na Avenida Deputado Cantídio Sampaio e envolveu uma motocicleta e dois carros.

De acordo com informações, Alisson perdeu o controle da motocicleta ao invadir a contramão, colidindo frontalmente com um carro prata. O impacto foi tão forte que o veículo ainda atingiu um outro carro branco que trafegava na direção oposta. O momento da colisão foi registrado por câmeras de segurança.

Impacto entre os veículos - Imagem: Reprodução / TV Globo
Impacto entre os veículos - Imagem: Reprodução / TV Globo

O motorista do carro prata, Renan Preuzzi da Fonseca, motorista de aplicativo, sofreu ferimentos leves e foi encaminhado ao Hospital da Brasilândia. Inicialmente, ele se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas posteriormente realizou exame clínico no Instituto Médico Legal (IML).

Em entrevista ao programa Bom Dia SP, Renan relatou que voltava para casa após um longo dia de trabalho.

"Quando estava subindo e chegando em casa, o motoqueiro estava na contramão. Nos autos, o delegado puxou as imagens e provou que ele estava na contramão. Aconteceu o acidente. Eu não fui culpado diretamente porque eu não estava na contramão", disse.

Sobre a recusa ao teste do bafômetro, ele explicou: "Estava muito perturbado, já tinha me machucado muito, acabei não querendo fazer. Não estava me sentindo bem pra fazer. Depois, fui ao IML e acabei fazendo o exame clínico lá. Fiz, sim, e fui liberado".

Caso segue sob investigação da Polícia Civil.


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