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Mãe de MC Kevin quer reabrir investigação sobre morte do cantor após novas teorias

Cinco anos após a morte do funkeiro no Rio de Janeiro, Valquíria Nascimento afirma que buscará nova apuração do caso e diz querer descobrir “a verdade” sobre o que aconteceu na noite de 16 de maio de 2021.

Valquíria Nascimento afirmou que pretende pedir a reabertura das investigações sobre a morte de MC Kevin, ocorrida em maio de 2021 no Rio de Janeiro - Imagem: Reprodução
Valquíria Nascimento afirmou que pretende pedir a reabertura das investigações sobre a morte de MC Kevin, ocorrida em maio de 2021 no Rio de Janeiro - Imagem: Reprodução

Ana Beatriz Publicado em 12/05/2026, às 11h29


A mãe de MC Kevin, Valquíria Nascimento, anunciou a intenção de solicitar a reabertura das investigações sobre a morte do cantor, ocorrida em maio de 2021, após novas especulações surgirem nas redes sociais.

A versão oficial da polícia indicava que a morte foi acidental, mas recentes publicações questionam essa narrativa, levando Valquíria a buscar respostas definitivas e a considerar a contratação de uma perícia independente.

Embora o caso tenha sido arquivado em 2022, a legislação brasileira permite a reabertura de inquéritos com novos elementos, e a mobilização de fãs e artistas continua forte nas redes sociais, sem confirmação oficial das autoridades sobre a reabertura do inquérito.

A morte de MC Kevin voltou ao centro das discussões nas redes sociais após a mãe do cantor, Valquíria Nascimento, afirmar que pretende pedir oficialmente a reabertura das investigações sobre o caso.

A declaração foi feita nesta segunda-feira durante vídeos publicados nas redes sociais, em meio ao surgimento de novas teorias e especulações envolvendo a morte do artista, ocorrida em maio de 2021, no Rio de Janeiro.

Kevin Nascimento Bueno, conhecido nacionalmente como MC Kevin, morreu aos 23 anos após cair do quinto andar de um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Na época, as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro concluíram que a morte foi acidental e não identificaram indícios de homicídio ou agressão.

Segundo o inquérito policial, o cantor teria tentado passar da varanda do quarto para o andar inferior após acreditar que seria flagrado pela então companheira, a advogada e influenciadora Deolane Bezerra. Durante a tentativa, Kevin perdeu o equilíbrio e caiu.

Nos últimos dias, porém, novas publicações em páginas de rap e funk passaram a questionar a versão oficial apresentada pela polícia. Alguns conteúdos sugeriram, sem apresentar provas concretas, que a morte do cantor não teria sido um acidente.

Diante da repercussão, Valquíria afirmou que pretende buscar respostas definitivas sobre o caso.

“Vamos reabrir o caso, vamos atrás da verdade, porque a verdade é uma só. Eu quero saber o que aconteceu no dia 16 de maio de 2021”, declarou a mãe do cantor em vídeo publicado nas redes sociais.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, Valquíria pretende contratar uma perícia independente e um detetive particular para auxiliar na tentativa de reabrir formalmente a investigação. Amigos próximos de Kevin, incluindo os funkeiros MC IG e MC PH, demonstraram apoio público à decisão.

MC PH afirmou que o grupo pretende buscar esclarecimentos técnicos para evitar que o caso continue cercado de especulações.

“Vamos pagar uma perícia especializada e um bom detetive para descobrir todas as verdades”, declarou o cantor em publicação compartilhada nas redes sociais.

O caso foi oficialmente arquivado pela Justiça do Rio de Janeiro em 2022 após conclusão da investigação policial. Ainda assim, especialistas explicam que a legislação brasileira permite a reabertura de inquéritos caso surjam novos elementos, provas inéditas ou fatos relevantes que não tenham sido analisados anteriormente.

A morte de MC Kevin gerou enorme repercussão nacional em 2021 e marcou profundamente o cenário do funk brasileiro. O artista acumulava milhões de fãs e era conhecido por sucessos como “Cavalo de Troia”, “O Menino Encantou a Quebrada” e “Pra Inveja é Tchau”.

Desde então, o caso continua despertando forte mobilização entre fãs, artistas e páginas ligadas ao universo do funk, principalmente nas redes sociais, onde novas teorias frequentemente voltam a circular.

Até o momento, não há confirmação oficial de reabertura do inquérito pelas autoridades do Rio de Janeiro.


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