Charlie foi encontrada próxima ao Portão C do Aeroporto Internacional de São Paulo e hoje ajuda a recepcionar passageiros, trazendo acolhimento e alegria ao ambiente.

Redação Publicado em 06/03/2026, às 09h58
Uma cadela chamada Charlie, resgatada nas dependências do Aeroporto Internacional de São Paulo, tornou-se a mascote oficial do terminal, atraindo a atenção de passageiros e funcionários. Sua presença visa melhorar a experiência dos viajantes, oferecendo suporte emocional em um ambiente estressante.
Charlie foi resgatada em setembro do ano passado, após a equipe do aeroporto perceber que estava abandonada. Após o resgate, passou por procedimentos de adoção e um intenso treinamento para se adaptar ao movimentado ambiente do aeroporto.
Atualmente, Charlie visita o aeroporto duas vezes por semana, onde ajuda a recepcionar passageiros e cria momentos de descontração. Quando não está no terminal, ela permanece em um hotel-fazenda, onde continua recebendo cuidados e treinamento.
Em meio ao movimento intenso de embarques e desembarques do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, uma nova “funcionária” passou a chamar a atenção de passageiros e funcionários. Trata-se de Charlie, uma cadela caramelo que foi resgatada nas dependências do terminal e acabou se tornando a mascote oficial do aeroporto.
A história começou em setembro do ano passado, quando funcionários da concessionária GRU Airport, responsável pela administração do terminal, perceberam que a cadela circulava com frequência próxima ao Portão C. Inicialmente, a equipe monitorou a situação para verificar se o animal tinha tutor.
Depois de constatarem que a cadela estava abandonada, os colaboradores decidiram realizar o resgate. O momento da captura acabou sendo registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais.
Após o resgate, Charlie passou por todos os procedimentos necessários para adoção, incluindo registro, castração, vermifugação e acompanhamento veterinário. Em seguida, ela iniciou um período de cerca de seis meses de adestramento para garantir que pudesse conviver com segurança no ambiente movimentado do aeroporto.
Hoje, Charlie ostenta oficialmente o título de mascote do terminal e possui até crachá funcional identificado como “GRU AU01”. A cadela visita o aeroporto ao menos duas vezes por semana e ajuda a recepcionar passageiros, criando momentos de descontração em meio à rotina corrida das viagens.
Segundo a administração do aeroporto, a presença da mascote tem como objetivo melhorar a experiência de quem passa pelo terminal, funcionando como uma espécie de suporte emocional para passageiros que chegam estressados ou ansiosos antes dos voos.
O nome Charlie também tem um significado especial. No alfabeto fonético utilizado na aviação, a palavra representa a letra C — uma referência direta ao Portão C, local onde a cadela costumava aparecer antes de ser resgatada.
Quando não está no aeroporto, Charlie permanece em um hotel-fazenda, onde recebe cuidados e continua o processo de treinamento.
A foto do crachá estará disponível no Instagram do Diário de SP.
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