Diário de São Paulo
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Tragédia

Afogamentos em represas deixam dois jovens mortos em São Paulo

Bombeiros atenderam casos distintos na Billings e na Guarapiranga neste domingo (28)

Autoridades alertam para a importância de evitar banhos em represas e a necessidade de sinalização e monitoramento adequados - Imagem: Reprodução/Alesp
Autoridades alertam para a importância de evitar banhos em represas e a necessidade de sinalização e monitoramento adequados - Imagem: Reprodução/Alesp

Gabriela Nogueira Publicado em 29/12/2025, às 08h21


Dois jovens perderam a vida após se afogarem em represas da região metropolitana de São Paulo neste domingo (28). As ocorrências aconteceram em pontos distintos da Billings, em São Bernardo do Campo, e da Guarapiranga, em Itapecerica da Serra, e reacendem o alerta para os riscos em áreas de lazer não monitoradas.

Na Represa Billings, um homem de 20 anos foi encontrado sem vida na Comunidade Zé do Buraco, no bairro Batistini. O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o resgate do corpo, que estava submerso. As circunstâncias do afogamento ainda serão apuradas pelas autoridades.

Horas depois, outra ocorrência mobilizou equipes na Represa de Guarapiranga. Um jovem de 22 anos morreu após se afogar nas proximidades da Rua México. Segundo os bombeiros, o chamado foi registrado no fim da tarde. No mesmo local, uma segunda vítima chegou a ser retirada da água por pessoas que estavam na represa antes da chegada do socorro.

Ainda no domingo, um terceiro caso foi registrado na Guarapiranga. Um homem de 60 anos se afogou na região da Rua Potiguar e precisou ser levado ao Pronto Socorro Central de Itapecerica da Serra. O estado de saúde dele não foi divulgado.

As represas da Grande São Paulo costumam atrair moradores em dias de calor, mas não são consideradas áreas próprias para banho. A ausência de sinalização adequada, a profundidade irregular e a falta de monitoramento aumentam o risco de acidentes, principalmente para quem não conhece bem o local.

O Corpo de Bombeiros reforça a orientação para que a população evite entrar em represas e lagos, especialmente em áreas sem estrutura de segurança. Em situações de emergência, a recomendação é acionar imediatamente o telefone 193 e evitar tentativas de resgate sem preparo, que podem resultar em novas vítimas.


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