No planejamento de carreira de Junior Alonso diante do cenário de guerra na Rússia, a volta ao Atlético-MG deve ser tornar realidade. O defensor, vendido pelo

Redação Publicado em 10/03/2022, às 00h00 - Atualizado às 11h02
No planejamento de carreira de Junior Alonso diante do cenário de guerra na Rússia, a volta ao Atlético-MG deve ser tornar realidade. O defensor, vendido pelo Galo ao Krasnodar em janeiro, teve o contrato suspenso devido ao conflito. E tem medidas da Fifa favoráveis para voltar a defender o clube mineiro.
O Atlético, entretanto, não confirma se houve desfecho positivo da situação. Segundo o ge apurou, a intenção do clube é ter Alonso de volta até dezembro, com salário idêntico ao recebido em 2021, quando foi capitão das conquistas da Copa do Brasil e do Brasileiro 2021 pelo Galo.
O defensor conseguiu deixar a Rússia e está em Assunção, no Paraguai. Por lá, mantém treinamentos individuais, mas aproveitou a última quarta-feira para visitar o treino do Cerro Porteño, clube onde foi revelado. O ge consultou uma fonte ligada ao jogador, que sobre uma possível volta ao Galo por empréstimo, disse: “Estamos nisso”.

Junior Alonso na partida entre Flamengo x Atlético-MG, no Maracanã, válida pela 29ª rodada do Campeonaro Brasileiro — Foto: Pedro Souza / Atlético
Alonso se sentou perto do técnico do Cerro, Francisco Chiqui Arce, o lendário ex-lateral-direito de Grêmio e Palmeiras nos anos 1990. As atividades do Cerro dão acesso à imprensa. Relatos de jornalistas locais dão conta que Alonso teria falado para Arce que iria mesmo voltar ao Galo.
A invasão da Rússia na Ucrânia ainda está ativa e fez com que jogadores estrangeiros partissem em retirada das duas zonas. No caso de Alonso, ele havia sido comprado pelo Krasnodar por 8,5 milhões de dólares e se preparava para fazer o primeiro jogo oficial na retomada do Campeonato Russo. Veio a guerra, tensão, e a necessidade ir embora.
A Fifa, diante da situação, ordenou que os contratos de jogadores estrangeiros nos dois países fossem suspensos até o fim da temporada europeia (30 de junho), se não houvesse uma negociação pacífica de liberação dos clubes. Seria permitido que tais atletas atingidos pela guerra pudessem assinar contrato com outras equipes, como free agents (livres), até o dia 7 de abril, mesmo em mercados de janelas fechadas.
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GE
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