Céline Dion está afastada dos palcos desde seu diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida (SPR) em 2022

Manoela Cardozo Publicado em 01/07/2024, às 11h41
Céline Dion, afastada dos palcos desde seu diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida (SPR) em 2022, estreou o documentário 'Eu Sou: Céline Dion' no Prime Video na última terça-feira (25).
Conforme informações da Revista IstoÉ, a produção revela como a artista tem lidado com a doença rara e os desafios enfrentados no dia a dia.
Em um trecho do documentário, Céline é mostrada durante uma crise, com choro de dor e convulsão, se debatendo incontrolavelmente. Esses sintomas são característicos da SPR, que também inclui rigidez muscular extrema e espasmos dolorosos no tronco e nas extremidades, dificultando os movimentos.
"Toda vez que algo assim acontece, você se sente tão envergonhada. Ano passado, cheguei ao ponto em que não conseguia andar, estava perdendo muito o equilíbrio, era difícil andar, muita dor", relatou Céline.
A cantora expressou sua saudade do trabalho e do público, destacando a dificuldade de não poder cantar. "Ainda não consigo usar minha voz. Sinto muita falta da música, mas também das pessoas, sinto falta delas", desabafou.
A produção do documentário oferece um olhar íntimo sobre a vida da estrela enquanto ela enfrenta essa condição debilitante, trazendo à tona a luta e a resiliência de Céline Dion em meio à adversidade.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação