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No Brasil, Baresi elogia Marquinhos e estilo ofensivo da Azzurra: “É novo para o futebol italiano, mas foi escolha certa”

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No Brasil, Baresi elogia Marquinhos e estilo ofensivo da Azzurra: "É novo para o futebol italiano, mas foi escolha certa"

Ex-zagueiro, campeão mundial em 1982, exalta atuação de Jorginho na conquista da Euro e avalia a seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2022: “É uma candidata sempre”

Um senhor de camisa social branca e bermuda, óculos escuros e um sotaque diferente cantando ao lado de Neguinho da Beija-Flor em um domingo de sol na praia do Leme, no Rio de Janeiro. A cena que fez sucesso nas redes sociais no último fim de semana tinha como protagonista não um turista qualquer, mas ninguém menos que Franco Baresi, dos maiores jogadores da história da seleção italiana. E, apesar de soar aleatória, não aconteceu por acaso.

O ex-zagueiro da Azzurra e do Milan está de passagem pelo Brasil desde o último dia 12 para filmar um documentário sobre como o otimismo pode ajudar na superação de problemas, com diversos personagens notáveis do país. O encontro com o sambista foi apenas um dos muitos que Baresi teve e ainda terá em diversas gravações. O ex-jogador, hoje aos 61 anos, esteve em São Paulo e Foz do Iguaçu antes de passar pelo Rio. Depois, foi a Salvador e ainda passará por Manaus antes de embarcar de volta à Itália, no fim do mês.

E, meio à passagem pelo Rio, Baresi concedeu uma entrevista para o ge falando sobre diversos temas, inclusive sobre uma seleção italiana que também sabe o que é dar a volta por cima. Campeã da Eurocopa neste ano depois de ficar fora da última Copa do Mundo, em 2018, a Azzurra está em alta e já é vista como uma forte candidata ao título mundial em 2022. Mas Baresi, que conquistou a taça mais cobiçada do planeta em 1982, é cauteloso.

– Copa é uma coisa muito diferente. A Itália, como Argentina, Brasil, Alemanha, são seleções com história, sempre chegam como favoritos. E chegará com confiança para o Mundial – avalia.

Franco Baresi está de passagem pelo Brasil neste mês — Foto: Jorge Natan

Franco Baresi está de passagem pelo Brasil neste mês — Foto: Jorge Natan

Com trajetória de 20 anos no Milan, Baresi hoje é vice-presidente de honra do clube, onde lidou diretamente com brasileiros que escreveram história com as cores rubro-negras, como Kaká, Serginho e Cafu – a quem encontrou em São Paulo nesta semana. Também esteve frente a frente com Bebeto, personagem marcante da Copa de 1994, a última do ex-zagueiro, que perdeu o primeiro pênalti em uma disputa que levaria a seleção brasileira ao tetracampeonato. O atacante guarda até hoje a camisa 6 que Baresi usou naquele jogo.

Camisa 6 de Baresi usada na final da Copa de 1994 é guardada por Bebeto — Foto: Reprodução/Instagram

Camisa 6 de Baresi usada na final da Copa de 1994 é guardada por Bebeto — Foto: Reprodução/Instagram

Se naquela Copa os brasileiros foram algozes da Azzurra, desta vez um jogador nascido no país pode ser peça importante para o sucesso no Catar: o meia Jorginho, que é citado por Baresi como um dos destaques desta geração comandada por Roberto Mancini. O ex-defensor, aliás, deu a bênção para o trabalho do treinador, que busca um estilo mais ofensivo, apesar de admitir que é uma realidade nova.

Gostei muito. É raro ver uma seleção que joga bem e vence. E a seleção italiana fez isso na Eurocopa. Talvez seja uma coisa nova para o futebol italiano, mas acho que foi uma escolha certa.”
— Franco Baresi, ex-zagueiro da Itália

Outro atleta brasileiro elogiado por Baresi foi o zagueiro Marquinhos. Perguntado quem é o melhor defensor do mundo, o italiano citou Van Dijk, craque holandês do Liverpool que foi eleito o segundo melhor jogador do planeta em 2018/19. Mas entre os brasileiros, o grande destaque para o lendário zagueiro é o jogador do PSG.

– Marquinhos me agrada muito. Mesmo não sendo muito alto, como eu, mas tem muita habilidade, técnica, é corajoso. Está jogando muito bem no PSG. É um dos melhores – elogiou.

Confira a íntegra da entrevista com Franco Baresi:

 

ge: Você fez parte de uma geração que ganhou a Copa, mas não viu a Itália conquistar a Euro. Como viu a campanha deste ano? A Itália mereceu o título?
Baresi: Depois da desilusão de ficar fora da Copa do Mundo, a Itália cresceu muito. Mancini formou um grupo muito bom, com jovens de qualidade, que foi campeão da Europa surpreendendo todos com a qualidade do jogo.

Muitos dizem que não há uma grande estrela, um grande herói nesta Itália. Mas se você tivesse que destacar alguém, quem destacaria?
– Como você disse, não tem um grande jogador. Há um grupo muito unido, bons tecnicamente, com vontade de vencer. É difícil escolher um, mas Jorginho foi muito bem, ganhou tudo este ano e foi muito importante para o jogo.

Sobre o Jorginho… Ele foi eleito o melhor jogador da Europa na temporada e é candidato ao prêmio de melhor do mundo. Acha que seria merecido?
– É candidato, não sei se vencerá ou não. Seria um grande reconhecimento.

Para Baresi, Jorginho é um dos maiores destaques da Azzurra — Foto: Getty Images

Para Baresi, Jorginho é um dos maiores destaques da Azzurra — Foto: Getty Images

E se você votasse, em quem votaria?
– É difícil escolher agora. Sem Cristiano Ronaldo e Messi, todos os outros são normais. É muito difícil.

Esta Itália ganhou muitos elogios por conta do futebol mais ofensivo que praticou. Agrada a você esse estilo? Acha que pode ser uma nova era na Azzurra?
– Gosto muito. É raro ver uma seleção que joga bem e vence. E a seleção italiana fez isso na Eurocopa. Talvez seja uma coisa nova para o futebol italiano, mas acho que foi uma escolha certa.

Para você, a Itália é a favorita para conquistar a Copa de 2022?
– Copa é uma coisa muito diferente. A Itália, como Argentina, Brasil, Alemanha, são seleções com história, sempre chegam como favoritos. E chegará com confiança para o Mundial.

Franco Baresi nunca tinha ido a Foz do Iguaçu e disse que teve "experiência única" — Foto: Reprodução/Instagram

Franco Baresi nunca tinha ido a Foz do Iguaçu e disse que teve “experiência única” — Foto: Reprodução/Instagram

E como você vê a seleção brasileira hoje? Está na briga?
– Eu vi poucas partidas, mas a seleção brasileira é sempre importante, com qualquer geração, ainda que talvez falte uma estrela a mais na geração. É um time sempre importante, uma candidata sempre.

Como você enxerga o jogo de Neymar hoje? Acha que ele precisa melhorar em algo?
– Não cabe a mim. Neymar é sempre melhor estar no seu time do que contra. Sempre pode fazer jogadas boas para o time.

No seu tempo, a Serie A tinha muitos dos melhores jogadores do mundo. Hoje, após a saída de Cristiano Ronaldo, não há tantos astros por lá. Acha que a liga precisa deste tipo de jogador para voltar a crescer?
– É uma questão de período, geração. Nos anos 90, 2000, tinha os melhores jogadores do mundo porque o campeonato era muito competitivo. Depois, surgiu muita concorrência, mudou o cenário econômico, os jogadores passaram e ir menos para a Itália por causa do dinheiro. Mas o Campeonato Italiano está crescendo de novo, está competitivo e está voltando pouco a pouco a ser muito importante.

E o quanto é importante para a Série A o Milan estar em boa fase também?
– O Campeonato Italiano está se tornando mais competitivo porque Milan e Inter cresceram frente à Juventus. É positivo para todo o sistema na Itália. O Milan nos últimos dois anos cresceu muito, ficou mais competitivo. Vamos ver se neste ano avançaremos mais do que no passado. Estamos curiosos para ver os confrontos com as melhores equipes da Europa.

Franco Baresi hoje é vice-presidente de honra do Milan — Foto: Getty Images

Franco Baresi hoje é vice-presidente de honra do Milan — Foto: Getty Images

Na sua opinião, quem é o melhor zagueiro do mundo hoje?
– É difícil, mas gosto muito de Van Dijk, do Liverpool, que vem jogando muito bem, sendo campeão. Ganhou na Inglaterra e na Champions. Tem muita personalidade e qualidade.

E entre os zagueiros brasileiros, quem é o melhor?
– Marquinhos me agrada muito. Mesmo não sendo muito alto, como eu, mas tem muita habilidade, técnica, é corajoso. Está jogando muito bem no PSG. É um dos melhores.

Marquinhos é citado por Baresi como o melhor zagueiro brasileiro hoje em dia — Foto: Pedro Vilela/Getty Images

Marquinhos é citado por Baresi como o melhor zagueiro brasileiro hoje em dia — Foto: Pedro Vilela/Getty Images

Se você pudesse escolher um atacante que joga hoje para você enfrentar, quem escolheria?
– Um jogador que me traria muita dificuldade seria Mbappé, porque quando ele pega a bola e parte, você só diz “tchau” (risos).

E quem você não gostaria de jogar contra, poderia te irritar em campo?
– Há jogadores que criam muito problema, a ponto de aborrecer. Mas seria mais fácil eu aborrecer eles (risos).

Como é o projeto que te trouxe ao Brasil?
– É uma experiência bela, única, de fazer o documentário, de contar histórias, de mudar o destino e deixar uma mensagem positiva em circunstâncias negativas. Para tentar transformar, servir de inspiração para os jovens.

Das cidades pelas quais você passará no Brasil, já conhecia todas?
– Já vim aqui antes, a novidade foi Foz do Iguaçu, as cataratas… Uma experiência única.

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Globo Esporte

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