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Saúde

‘Não existe dado no mundo que permita correlação da vacinação com morte de adolescente’, diz infectologista-chefe de investigação em SP

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'Não existe dado no mundo que permita correlação da vacinação com morte de adolescente', diz infectologista-chefe de investigação em SP

O infectologista Eder Gatti, do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, que chefiou a investigação sobre a morte de uma adolescente de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, revelou com exclusividade à GloboNews que a equipe – formada por 70 pesquisadores – não encontrou nenhuma relação no mundo e na literatura médica que relacionasse o caso como efeito adverso após a vacinação contra a COVID-19.

“Nós publicamos um relatório, que traz um diagnóstico, um caso específico, púrpura trombótica trombocitopênica, e depois que a gente chega nesse diagnóstico e faz uma revisão de literatura médica. Ou seja, a gente olha tudo que foi notificado no mundo dessa doença relacionada não apenas à vacina envolvida na questão mas a toda e qualquer vacina. E o que a gente pôde concluir? Que não existe dado no mundo que permita a gente fazer a correlação da vacinação com esse agravo“, disse o infectologista Eder Gatti.

Imunizante da Pfizer-BioNTech contra Covid-19, único já autorizado pela Anvisa para ser aplicado em jovens de 12 a 17 anos. — Foto: Carla Cleto
Imunizante da Pfizer-BioNTech contra Covid-19, único já autorizado pela Anvisa para ser aplicado em jovens de 12 a 17 anos. — Foto: Carla Cleto

A jovem de 16 anos era moradora de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e morreu no dia 2 de setembro, oito dias após tomar uma dose da vacina da Pfizer contra o novo coronavírus. O caso foi investigado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica e constatou que o óbito foi relacionado ao quadro de “Púrpura Trombótica Trombocitopênica” (PPT).

A avaliação dos especialistas investigadores também contou com acesso aos dados de prontuário da paciente, incluindo exames complementares. Também se validou a conclusão de que a paciente não apresentou qualquer doença cardiológica.

“Nesse caso, a gente pode falar com certeza que a vacina não tinha relação. Porque nós olhamos a fisiopatologia da doença e a relação temporal entre a vacinação e o efeito que a vacina causa no organismo”, complementou Gatti.

Segundo o estado de São Paulo, a PTT é “uma doença autoimune, rara e grave, normalmente sem uma causa conhecida capaz de desencadeá-la, e não há como atribuir relação causal entre PTT e a vacina contra COVID-19 de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer”, afirmou a secretaria.

Em 15 de setembro, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) Nacional recebeu do Cievs de São Paulo a informação de um rumor em grupos de WhatsApp de que um óbito envolvendo uma adolescente de 16 anos estaria relacionado à aplicação da vacina Pfizer.

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G1

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