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Mulheres que sofreram assédio ou abuso sexual podem desenvolver sérios problemas de saúde, aponta estudo

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Mulheres que sofreram assédio ou abuso sexual podem desenvolver sérios problemas de saúde, aponta estudo

Pressão alta. Ansiedade. Depressão. Insônia. Estas são apenas algumas das possíveis conseqüências para a saúde de mulheres que sofreram agressão sexual e assédio, de acordo com um estudo publicado na quarta-feira (3) na publicação científica “JAMA Internal Medicine”.

O estudo incluiu 304 mulheres não fumantes entre 40 e 60 anos. Dezenove por cento das mulheres relataram ter sofrido assédio sexual, 22% relataram ter sofrido agressão sexual e 10% relataram ambos.

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As mulheres no estudo que relataram agressão sexual prévia tinham três vezes mais probabilidade de sofrer de depressão e duas vezes mais chances de ter ansiedade elevada do que mulheres sem histórico de trauma sexual, disse a principal autora do estudo Rebecca Thurston, professora de psiquiatria da Universidade de Pittsburgh.

Aquelas que sofreram ataques sexuais ou assédio foram duas vezes mais propensas a ter problemas de sono, incluindo insônia.

As mulheres que relataram assédio sexual no local de trabalho tiveram pressão arterial mais alta do que as mulheres que não o fizeram, em níveis significativos o suficiente para colocá-las em risco de derrame, aneurismas, doenças renais, ataques cardíacos e outras formas de doenças cardíacas.

O assédio sexual também estava ligado a níveis mais altos de triglicérides, disse Thurston, um importante fator de risco para doenças cardíacas, que é o principal causador de mortes de mulheres nos Estados Unidos.

Embora não seja capaz de reivindicar uma relação direta de causa e efeito entre o abuso sexual e o impacto na saúde, os resultados observacionais foram intrigantes, disse Thurston, especialmente o impacto do assédio sexual no local de trabalho sobre a saúde das mulheres.

“Houve uma falta de diferenças marcantes nos resultados de saúde entre mulheres que foram sexualmente agredidas ou assediadas o que diz muito sobre a universalidade desses tipos de experiências”, disse ela.

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