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Dia a Dia

MP pede que clínica para jovens com transtornos mentais mude de endereço em SP após reclamação de vizinhos sobre barulho e fugas

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O Ministério Público de São Paulo determinou à Secretaria Municipal da Saúde a mudança de endereço do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) III de Santana, na Zona Norte, responsável pelo atendimento de crianças e adolescentes com problemas psicológicos ou envolvimento com drogas.

O pedido aconteceu depois de várias reclamações dos vizinhos, recebidas pela Promotoria de Direitos Humanos e Saúde Pública desde a inauguração do espaço, em março de 2020.

A unidade é considerada modelo no tratamento de jovens com distúrbios psicológicos e foi instalada na Rua Almirante Noronha, uma área de classe média no Jardim São Paulo e estritamente residencial, segundo os moradores. Por mês são realizados no local cerca de 450 atendimentos em média.

A movimentação constante de pacientes e ambulâncias sempre foi alvo de reclamações da vizinhança. Os vizinhos do imóvel se irritam, principalmente, com os constantes gritos de pacientes em crise e as fugas que ocorrem durante o tratamento na unidade.

A mudança da clínica de endereço foi acordada há mais de um ano com o promotor Arthur Pinto Filho, mas a transferência ainda não aconteceu, segundo a secretaria, por causa da dificuldade em achar um imóvel nas mesmas condições que não prejudique o trabalho desenvolvido com os pacientes.

“A Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Norte informa que viabiliza a locação de imóvel já identificado para a mudança do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Infanto-Juvenil III Santana, administrado pela Organização Social Caminho de Damasco. No momento, estão sendo feitas as obras de reformas para as devidas adequações do espaço físico e de acessibilidade no novo imóvel, localizado na região do Jaçanã, Zona Norte”, disse a gestão municipal.

“A transferência não foi realizada até o momento em função de tempo demandado para localizar imóvel disponível na região com características necessárias para o pleno acolhimento e funcionamento como Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Infanto-Juvenil III”, afirmou.

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G1

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