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Polícia

Ministério Público solicita imagens à PM de câmera acoplada na farda de policial que matou suspeito em São Paulo

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Ministério Público solicita imagens à PM de câmera acoplada na farda de policial que matou suspeito em São Paulo

O Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Militar as imagens da câmera da farda de um policial que atirou e matou um suspeito durante uma ocorrência policial em julho. Essa foi a primeira morte registrada nos batalhões onde os policiais militares passaram a usar câmeras.

Em junho deste ano, 18 batalhões da PM começaram a usar câmeras nos uniformes. Com o sistema, da central da PM, os comandantes podem acompanhar o trabalho nas ruas, em tempo real. As câmeras registram todas as ações das equipes. Elas ficam ligadas durante todo o turno de trabalho, e o policial não pode desligar. O que foi gravado pode ser usado como prova em processos na Justiça. A letalidade policial diminuiu 40% em julho comparado com o mesmo período do ano passado.

Vitor Manoel da Silva, de 20 anos, foi morto por policiais no dia 5 de julho. De acordo com o relato de uma testemunha, que não se identificou com medo de retaliações, o PM atirou 7 vezes contra o suspeito. Ainda, de acordo com a testemunha, o suspeito estava desarmado.

No boletim de ocorrência, os PMs disseram que estavam perseguindo um carro roubado e que os criminosos abandonaram o veículo e fugiram à pé.

Um dos suspeitos escapou e o outro foi seguido pelo sargento, que pediu que ele parasse. Segundo o policial, o suspeito tirou um arma da cintura e apontou em sua direção, quando ele disparou um tiro de fuzil que atingiu o Vitor.

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e o Ministério Público investigam o crime.

O inquérito possui 116 páginas e não cita imagens das câmeras das fardas dos policiais. O Comando da PM não quis divulgar as imagens.

Em nota, a PM diz que os policiais envolvidos estão afastados até a conclusão do inquérito. A PM também disse que os PMs dos batalhões que usam câmeras nas fardas mataram quatro pessoas em agosto.

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G1

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