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Polícia

Ministério Público quer ouvir novos relatos de violência sexual contra médico Renato Kalil

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Ministério Público quer ouvir novos relatos de violência sexual contra médico Renato Kalil

O Ministério Público de São Paulo pretende ouvir mais duas mulheres que relataram ter sido vítimas do médico obstetra Renato Kalil por violência sexual. Uma delas trabalhou como babá na casa de Kalil em 2013 e outra é uma ex-paciente – ambas falaram ao programa Fantástico no último domingo (9) pela primeira vez.

Kalil é investigado pela Polícia Civil e pelo MP-SP.

Ao todo, sete pacientes e funcionárias já tiveram denúncias que vieram a público contra o obstetra. Os primeiros relatos que vieram a público o acusavam de violência obstétrica durante o parto e consultas, após o vazamento de áudios da influenciadora digital Shantal Verdelho em dezembro do ano passado. Também há relatos de violência sexual contra o médico.

Nem todas as mulheres foram ouvidas pelo MP porque parte da investigação tem sido conduzida pela Polícia Civil e compartilhada com as promotoras do caso. Shantal e o marido, por exemplo, foram ouvidos até agora apenas pelos policiais civis. O Ministério Público vai analisar a coleta de provas e o conteúdo dos depoimentos para verificar se eles são suficientes ou se ainda precisarão de mais complementos.

 

Outra vítima já ouvida pelo MP-SP foi a jornalista britânica Samantha Pearson, correspondente do jornal “The Wall Street Journal” no Brasil. Ela afirma que também sofreu violência obstétrica de Kalil durante o parto do seu filho. Segundo a jornalista, o médico acompanhou suas duas gestações. Em uma consulta no começo de 2020, faltando um mês para o parto do segundo bebê, ela ouviu insultos do médico.

“E ele olhou pra mim disse: ‘Seu marido é bonitão e, se você não emagrecer, ele vai te trair’. Eu me senti super humilhada, essa que é a palavra, ele me fez sentir humilhada várias vezes”, disse.

Em nota, Renato Kalil nega as acusações de violência obstétrica e violência sexual. Diz ainda que “comprovará sua inocência no foro adequado e quer frisar que durante toda sua carreira profissional sempre fez todos os seus atendimentos presenciados por assistentes”.

Violência sexual

Luciane é autônoma e conta que trabalhou como babá na casa de Kalil em 2013 e que, por diversas vezes, foi vítima de tentativas de abuso por parte do médico. “Ele falava que me achava bonita, passava a mão no meu cabelo, tentava me agarrar, me beijar, passava mão. Normalmente eu conseguia sair.”

Ainda segundo Luciane, em todos os episódios o médico estava vestido apenas com uma cueca. “Uma vez que ele tentou realmente forçar alguma coisa, eu falei que eu ia gritar porque tinha outras pessoas na casa. Quando eu falei pra ele que eu estava grávida, foi quando eles me demitiram. Mas antes disso ele tentou me agarrar e falava: ‘Deixa eu ver se realmente você está grávida’, e tentava pôr a mão em mim”.

A ex-babá de Kalil relata que ele tentou colocar a mão na vagina dela. “Daí falava que eu estava sendo malcriada, que eu era uma das únicas que ele não tinha conseguido nada”.

Uma professora que prefere não se identificar também afirma ter sido abusada pelo médico durante uma consulta, quando ela tinha 17 anos. “Na hora que ele começou a me apalpar nos seios, que até então era um procedimento corriqueiro do ginecologista. Ele pegou minha mão e colocou no pênis dele. E eu percebi que aquilo não era normal, óbvio, né? E eu levantei da maca transtornada, me vesti e sai gritando do consultório dele, que ele era um louco. E obviamente nunca mais retornei.”

A professora diz que conviveu por anos com a história em sigilo, sem contar a ninguém porque tinha vergonha e medo de ser desacreditada. “Até então, sinceramente, eu achava que tinha sido a única abusada por ele. Eu não imaginava que tinham todos esses casos. Na hora que eu vi o caso da Shantal, eu fiquei com muita raiva dele. Voltou aquela sensação que eu tive por muitos anos.”

A ex-paciente se arrepende de não ter falado antes sobre o assunto. “Hoje, vendo a quantidade de mulheres que foram assediadas por ele, de diversas formas, eu me arrependo muito de não ter falado, porque foram mais de 20 anos que eu poderia ter evitado, feito com que poderia ter evitado, feito com que ele não continuasse fazendo isso com outras mulheres, que vão carregar toda essa ferida pro resto da vida.”

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G1

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