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Médicos do hospital Ielar entram em greve em Rio Preto

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Médicos do hospital Ielar entram em greve em Rio Preto

Pacientes foram surpreendidos por essa notícia. Apenas as pessoas que já estão internadas estão sendo atendidas.

O hospital Ielar, um dos hospitais que oferecem atendimento pelo SUS em São José do Rio Preto (SP) está sem atendimento porque os médicos entraram em greve. Os pacientes foram surpreendidos por essa notícia na manhã desta quarta-feira (22), que traz muitos transtornos para quem não tem convênio e precisa da rede pública.

A situação está complicada para quem depende de atendimento no serviço público. Apenas as pessoas que já estão internadas estão sendo atendidas, mas quem tem exames ou consultas não estão sendo atendidos.

O aviso na porta informava sobre a greve dos médicos por tempo indeterminado. “Perdi a viagem hoje, é um absurdo, está em greve tudo bem, mas avisa porque assim não perdemos o serviço, não perdemos viagem”, afirma a dona de casa Rúbia Pinheiro.

O técnico de som Rayanderson da Silva saiu cedo de Mirassolândia (SP) para não perder a consulta com o ortopedista marcada há mais de um mês, mas acabou voltando para casa sem atendimento. “Semana que vem tenho uma perícia no INSS e precisava do atestado, mas agora não vou conseguir e perdi a consulta aqui e vou perder a perícia também”, afirma.

A greve começou na noite de terça-feira (21). Os 40 médicos do Ielar decidiram cruzar os braços porque estão com os salários atrasados desde janeiro. O hospital não está recebendo da prefeitura a verba mensal de R$ 1 milhão por causa da lei 13.019 que proíbe repasses a entidades e instituições que tenham contas julgadas irregulares nos oito anos anteriores como é o caso do Ielar.

Sem esse dinheiro, a direção do hospital alega que não consegue pagar os funcionários e nem os fornecedores. Por mês, o Ielar atende sete mil pessoas pelo SUS. Além do hospital, o Ielar também atende crianças e adolescentes carentes.

A dona de casa Marisa dos Santos está com dor e precisa fazer uma cirurgia na vesícula, para isso tinha que passar com o cardiologista, mas não conseguiu. A orientação do Ielar é que os pacientes retornem para a UPA ou UBS’s, onde foi feito o agendamento para reagendar em outro hospital. “Tenho todos os exames prontos e não sei para onde vou, estou passando mal, fui ao UPA tomar remédio e vamos ver agora quando vão marcar com cardiologista para fazer a cirurgia”, afirma Marisa.

O hospital afirma que o processo estava sendo conduzido pela prefeitura e que ficou sabendo tardiamente o resultado. “Em 2010 e 2011 foram feitas prestações de contas pelo Ielar e apresentado para a prefeitura, que aprovou. Por isso continuamos recebendo verbas. O Tribunal de Contas viu irregularidades e questionou a prefeitura, mas por formalidade, porque no relatório eles explicitam que não tem valores envolvidos e nem indícios de mau uso do dinheiro”, afirma Luís Oliveira, administrador do Ielar.

O consultor jurídico da prefeitura Antônio Baldin afirma que a prefeitura não foi negligente no processo. “A aprovação da prefeitura foi do contrato específico que tínhamos com o Ielar. A prefeitura não tinha negligência, a prefeitura vinha e pagava todo mês. Após julgado, o Tribunal de Contas pediu para tomar providências, nos questionou. Instalamos uma auditoria que está em fase de conclusão. Nesse momento a prefeitura está impedida de fazer o repasse, podendo causar improbidade administrativa”, afirma.

Pacientes do lado de fora do hospital Ielar (Foto: Reprodução/TV TEM)

Pacientes do lado de fora do hospital Ielar (Foto: Reprodução/TV TEM)

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