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Esportes

Medalha de Alison dos Santos encerra tabu de 33 anos do atletismo brasileiro

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Medalha de Alison dos Santos encerra tabu de 33 anos do atletismo brasileiro

Alison Brendom Alves dos Santos quebrou um tabu longevo nesta terça-feira nas Olimpíadas de Tóquio. Com o bronze nos 400m com barreiras, ele se tornou o primeiro brasileiro a ir ao pódio em uma prova individual de pista do atletismo olímpico desde a prata de Joaquim Cruz nos 800m e o bronze de Robson Caetano nos 200m no Jogos de Seul, em 1988.

Desde então, o país só conseguiu medalhas em provais de equipe (os revezamentos 4x100m masculino e feminino) e no campo (Maurren Maggi e Thiago Braz). A história da medalha histórica de Piu, como Alison é mais conhecido, veio depois de uma jornada improvável.

Ascensão meteórica

 

Nascido em São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, ele teve uma ascensão meteórica no atletismo. Começou a praticá-lo em 2014, com 14 anos, e com 16 já competia entre adultos em eventos nacionais nos 400m com obstáculos e nos 400m rasos.

Dois anos mais tarde, a maioridade lhe deu também autonomia de voo. Passou a disputar torneios internacionais e se dar muito bem, obrigado. A partir de 2019, despontou de vez nos 400m com barreiras. Naquela temporada, foi ouro na distância na Universíade de Napoli e no Pan de Lima, e também foi sétimo colocado no Campeonato Mundial de Doha.

Alison dos Santos leva o bronze nos 400m com barreira; Karsten Warholm (NOR) bate o recorde mundial - Olimpíadas de Tóquio

Alison dos Santos leva o bronze nos 400m com barreira; Karsten Warholm (NOR) bate o recorde mundial – Olimpíadas de Tóquio

Era só um prenúncio do que viria pela frente. Prejudicado pela pandemia em 2020, entrou em 2021 com tudo. Atleta do Esporte Clube Pinheiros sob orientação de Felipe Siqueira da Silva, chegou às Olimpíadas de Tóquio tendo batido cinco vezes o recorde sul-americano em um espaço de pouco mais de três meses.

Alison dos Santos na eliminatória dos 400m — Foto: Ulrik Pedersen/NurPhoto

Alison dos Santos na eliminatória dos 400m — Foto: Ulrik Pedersen/NurPhoto

Nos Jogos, poderia até sentir a pressão. Mas, à base de muito funk, sertanejo e dança, manteve a cabeça no lugar nas eliminatórias, quando fez uma marca suficiente para se classificar, e na semifinal deu uma amostra do estrago que podia fazer ao cravar 47s31, seu sexto recorde continental no ano – e sem forçar 100%.

O desempenho na decisão o colocou em um panteão restrito a poucas lendas do esporte nacional. E ele está apenas começando…

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Fontes: Ge – Globo Esporte.

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