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Marina diz que ‘não se troca liberdade por segurança’ e que Brasil não pode ‘cair nos extremos’

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Marina diz que 'não se troca liberdade por segurança' e que Brasil não pode 'cair nos extremos'

Presidenciável da Rede afirmou ainda, durante ato de campanha na Av. Paulista, que, se vencer disputa pelo Planalto, quer inaugurar nova forma de governabilidade, sem ‘toma lá, dá cá’.

A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou neste domingo (30) que, em “hipótese alguma”, os brasileiros podem abrir mão da liberdade em troca de promessas de mais segurança.

A presidenciável ressaltou que, na campanha eleitoral deste ano, há “discursos autoritários pela direita e pela esquerda” e que o Brasil “não pode cair nos extremos”. Ela classificou de extremos nesta disputa presidencial as candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL), que, segundo ela, representa a “espada da violência”, e Fernando Haddad (PT), que a ex-ministra definiu como a “cruz da corrupção”.

Acompanhada de seu vice na chapa, Eduardo Jorge (PV), Marina fez corpo a corpo com eleitores na Avenida Paulista, em São Paulo.

“Não podemos, em hipótese alguma, abrir mão da nossa liberdade, não se troca liberdade por segurança. Em um país em que se troca liberdade por segurança, é o lugar mais difícil e mais perigoso que existe de se viver, é o lugar mais inseguro para se viver”, ponderou a candidata da Rede.

Marina disse que o país passa por um “momento difícil” e defendeu o compromisso com a democracia e a liberdade.

“Vamos usar a verdade que temos, a liberdade que temos, não para votar pelo medo, mas para votar para melhorar o Brasil, para unir o Brasil, para pacificar o Brasil. Eu estou pronta para unir o Brasil e pacificar o Brasil. É uma escolha dos brasileiros. O Brasil não pode cair nos extremos”, declarou.

Governabilidade

Marina Silva também afirmou no ato de campanha na Avenida Paulista que, caso seja eleita presidente, quer inaugurar “uma nova governabilidade”, sem os tradicionais “toma lá, dá cá” e “rouba, mas faz”.

Ela voltou a afirmar que PT, PSDB, MDB e DEM “trocaram um projeto de país por um projeto de poder”. Segundo a candidata, sua campanha não caiu “na tentação do promessômetro, das mentiras e das agressões”.

A presidenciável aproveitou a caminhada pela área central de São Paulo para reforçar propostas apresentadas anteriormente na campanha, como promessa de geração de 2 milhões de empregos por meio de projetos de energia renovável na região Nordeste.

Marina também disse mais uma vez que pretende criar um programa de poupança de R$ 3,7 mil para estimular o jovem de baixa renda a concluir o ensino médio.

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