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Economia

Lotéricas ficam lotadas em Rio Preto por causa da greve dos bancários

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Lotéricas ficam lotadas em Rio Preto por causa da greve dos bancários

Sem atendimento no banco, moradores buscaram lotérica para pagar conta.
Código de Defesa do Consumidor protege o cliente de possíveis prejuízos.

Com a greve dos bancários na região noroeste paulista, a quinta-feira (8) foi de correria para pagar as contas do quinto dia útil. Sem conseguir pagar nos bancos, os moradores de São José do Rio Preto (SP) tiveram de recorrer às lotéricas, que ficaram lotadas.

O movimento em frente às agências bancárias começou cedo em Rio Preto. Com as contas vencendo, o jeito foi recorrer ao caixa eletrônico. “Chegou o dia de pagar conta tem filas imensas, por isso tem de vir cedo para resolver. Todo ano tem greve e é bom se programar”, afirma o empresário Mário Ramos.

Os reflexos da greve dos bancários estão espalhados por toda a cidade. Além de fila nos caixas automáticos, a situação nas lotéricas nesta quinta-feira também foi bem complicada. Em uma lotérica no centro assim que abriu as portas já ficou lotada. Muitos clientes se surpreenderam com o tamanho da fila. “Tem de esperar na fila mesmo, porque tem de pagar conta, senão o nome fica sujo ou então corta o serviço”, diz o aposentado Braz Martins.

Lotéricas ficaram lotadas em Rio Preto para atender clientes (Foto: Reprodução/TV TEM)

Em outra lotérica, no bairro Maceno, mais fila. O pessoal além do dinheiro precisou de paciência para pegar as contas. Quem tentou pagar e não conseguiu precisa ficar atento. O Código de Defesa do Consumidor protege o cliente de possíveis prejuízos ou cobranças indevidas. “Se ele tentar pagar a conta e não conseguir por falha no sistema bancário, que não deu possibilidade, ele tem direito de recorrer da decisão”, diz a advogada Merli Diniz.

Reivindicações nacionais
A categoria rejeitou a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) de reajuste de 6,5%  sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. Os sindicatos alegam que a oferta ficou abaixo da inflação projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso de cada bancário.

Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

Segundo a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban, o braço sindical dos bancos), a proposta representa um aumento, na remuneração, de 15% para os empregados com salário de R$ 2,7 mil, por exemplo. Para quem ganha R$ 4 mil, o aumento de remuneração será de 12,3%; e, para salários de R$ 5 mil, equivale a 11,1%. O piso salarial para a função de caixa, com o reajuste, passaria a R$ 2.842,96, por jornada de 6 horas/dia.

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