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Léo detalha adaptação à zaga do São Paulo, parceria com Miranda e canta: “Já chorei demais”

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Léo detalha adaptação à zaga do São Paulo, parceria com Miranda e canta: "Já chorei demais"

Léo chegou ao São Paulo em 2019 com 22 anos e a missão de aumentar a disputa com Reinaldo na lateral esquerda. Em 2021, aos 25 anos, o jogador natural do Rio de Janeiro é o zagueiro titular do time de Hernán Crespo.

A mudança de posição começou em 2020, com o técnico Fernando Diniz. Mas foi nesta temporada que Léo deu um salto de rendimento e se consolidou na posição. Único zagueiro canhoto do elenco, ele se tornou um homem de confiança do treinador.

– Agradecer todas as pessoas que confiaram no meu trabalho, a comissão que deu continuidade nessa posição de zagueiro pela esquerda. Estou muito feliz mesmo pelo momento no São Paulo. Tenho um relacionamento muito bom com os funcionários, com cada pessoa aqui de dentro do clube. Um momento muito especial da minha carreira – afirmou Léo.

– Trabalhei muito quando cheguei em 2019, em 2020 parte de agosto fui começando a jogar de zagueiro. Foi um momento de adaptação, começando a mudar. Porque eu nunca tinha jogado naquela posição. Hoje eu não me vejo como só lateral, mas também como o Léo zagueiro. Coloco essa posição para a minha carreira – acrescentou.

Léo em São Paulo x Racing — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Léo em São Paulo x Racing — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

E nesta temporada, Léo ganhou um companheiro de peso para atuar ao lado na zaga. Aos 36 anos, Miranda foi contratado para levar experiência ao sistema defensivo do São Paulo e ser um líder dentro e fora de campo.

Para quem ainda vive uma fase de aprendizados como zagueiro, como Léo, a experiência de jogar com um dos grandes zagueiros do futebol brasileiro tem sido especial.

– Antes da chegada do Miranda já tinha o Bruno Alves, o Arboleda e até os jovens Diego [Costa] e Rodrigo [Freitas] que me ajudaram muito no ano passado. Eles foram uns caras que me ajudaram, observavam, e chegou o Miranda esse ano e tem acrescentado muito. Já conversou comigo, deu alguns toques: “Léo, errou? Cabeça erguida, ainda tem tempo, pensa no jogo”. Então a confiança que ele passa para mim e para outros jogadores é impressionante. Ele já me deu uns toques de posicionamento na hora de sair e de fechar – comentou.

– Jogar com um cara como o Miranda do seu lado é só você ouvir um pouquinho, porque ele vai te passar as dicas e você tem que ter a humildade de sempre ouvir e melhorar. Quando ele fala estou disposto a ouvir, a aprender, porque é um cara que viveu muito no futebol – disse Léo.

Juntos, eles foram campeões do Paulistão, e uma música inspirada na trajetória de vida de Léo embalou a campanha do título. A canção “Já chorei demais”, de Jhonny Maick, tornou-se uma marca registrada do zagueiro.

Ao ge, Léo revelou que a música foi inspirada em sua trajetória de vida e sempre que está chegando ao Morumbi coloca a música para ouvir e “lembrar de onde saí e de onde quero chegar” (no vídeo no início da reportagem, Léo canta um trecho da música).

Leia a entrevista na íntegra:

Como você analisa seu momento no São Paulo?
– Agradecer todas as pessoas que confiaram no meu trabalho, a comissão que deu continuidade nessa posição de zagueiro pela esquerda. Estou muito feliz mesmo pelo momento no São Paulo. Tenho um relacionamento muito bom com os funcionários, com cada pessoa aqui de dentro do clube. Um momento muito especial da minha carreira. Trabalhei muito quando cheguei em 2019, em 2020 parte de agosto fui começando a jogar de zagueiro. Foi um momento de adaptação, começando a mudar. Porque eu nunca tinha jogado naquela posição. Hoje eu não me vejo como só lateral, mas também como o Léo zagueiro. Coloco essa posição para a minha carreira.

E foi um susto grande virar zagueiro? Tudo muito novo…
– Eu tinha jogado uma vez, mas era mais ala do que zagueiro no Fluminense, mas zagueiro mesmo eu comecei com o Diniz no ano passado, e esse ano o Crespo tem me dado essa continuidade. Sou muito grato a essas pessoas. O Diniz que viu que eu poderia jogar naquela posição e ao professor Crespo e comissão por ter me dado essa continuidade. Ela foi muito importante para eu crescer cada vez mais nessa posição e hoje estar com mais oportunidades de ajudar o grupo.

Léo em Corinthians x São Paulo — Foto: Marcos Ribolli

Léo em Corinthians x São Paulo — Foto: Marcos Ribolli

Hoje você considera que a zaga é o seu lugar?
– Se está dando certo ali, se eu estou feliz ali eu vou ficar. Eu não tenho essa vaidade de jogar de lateral, zagueiro… Hoje eu sou lateral, mas eu sou zagueiro também. Hoje eu coloquei para mim que sou zagueiro e ponto. É assim que eu me vejo hoje. Todo mundo sabe que sou um cara que gosta de ver vídeo, estudar, melhorar. É uma coisa minha. Graças a Deus eu me vejo como lateral e também zagueiro.

Como foi a mudança de uma linha de quatro para a de três zagueiros? Você estudou para tentar aperfeiçoar?
– Se você reparar hoje, o Chelsea joga com três zagueiros, o Barcelona há um tempo também estava jogando, como muitos times do Brasil hoje também estão mudando essa filosofia, lá atrás com um ala. O São Paulo já tinha essa identidade e agora está voltando com isso. Alguns times da Europa que citei também tem esse estilo. Então eu fui buscando tanto o sistema como um jogador específico, que é o Alaba. Não comparando, longe disso, mas estou falando de transição. Ele era lateral, foi para zagueiro, joga como volante e é um grande jogador. Como ele saiu da lateral também é um cara que me inspiro bastante.

Analisando o seu jogo, o que você acha que precisa melhorar?
– Tem uma plataforma que eles passam os seus lances do jogo. E isso é muito importante para um clube do tamanho do São Paulo. É muito legal ter essa plataforma que chega. Eles sobem o vídeo para você com todos os lances de jogo. Então aquilo eu vejo depois de um jogo. É um ponto para falar da galera que trabalha nos vídeos. Estão de parabéns por essa parte que é importante para nós, ter esse contato, entender, ver os jogos. Então eu tenho essa gana sim de observar meus jogos e ver onde preciso melhorar. Onde eu mais me cobrava era posicionamento, porque mudou um pouco de lateral para zagueiro. Muda muita coisa, porque antes eu ficava um pouco à frente e sabia que tinha o zagueiro para cobrir. Hoje eu quem cubro o lateral, a coisa mudou. Tem que entender isso. Comecei a entender e buscar mais. Tenho o passe paralelo ali e venho me cobrando cada vez mais no lançamento, virada de jogo. Acho que tenho que ir um passo de cada vez. Posicionamento, passe paralelo, lançamento, o cabeceio… Tudo a gente vai em um passo de cada vez. Melhorando e aprimorando.

Para esta temporada você tem o Miranda do seu lado. Como foi a chegada dele e o que te acrescentou?
– Antes da chegada do Miranda já tinha o Bruno Alves, o Arboleda e até os jovens Diego [Costa] e Rodrigo [Freitas] me ajudaram muito no ano passado. Eles foram uns caras que me ajudaram, observavam e chegou o Miranda esse ano e tem acrescentado muito. Já conversou comigo, deu alguns toques: “Léo, errou? Cabeça erguida, ainda tem tempo, pensa no jogo”. Então a confiança que ele passa para mim e para outros jogadores é impressionante. Ele já me deu uns toques de posicionamento na hora de sair e de fechar. Jogar com um cara como o Miranda do seu lado é só você ouvir um pouquinho, porque ele vai te passar as dicas e você tem que ter a humildade de sempre ouvir e melhorar. Quando ele fala estou disposto a ouvir, a aprender, porque é um cara que viveu muito no futebol. Tanto o Miranda como os outros zagueiros que citei, eram caras que observavam, me ajudavam em todos os momentos. Até o Walce que está um tempo sem atuar por lesão foi um cara que vê os jogos e vem e conversa comigo. Esses zagueiros daqui têm me ajudado bastante. Sou muito grato tanto a eles quanto ao Miranda, que é um grande jogador.

Como foi a preparação para a decisão contra o Racing, pelas oitavas de final da Libertadores?
– Bastante focado. A gente sabia que há muito tempo o São Paulo não vencia lá e a gente foi focado, preparado, sabendo da importância de o São Paulo estar sempre avançando na Libertadores e alcançar seu objetivo maior. Os jogadores aqui se abraçam bastante, acho que vocês já perceberam a união, somos fechados nas comemorações, somos bastante unido, porque estamos para o bem do São Paulo, para levar alegria ao torcedor, à nossa família. Sabíamos da importância para a história do clube que era esse jogo. A gente se preparou bastante, muito focado e graças a Deus deu tudo certo.

Miranda em Racing x São Paulo — Foto: Staff Images / CONMEBOL

Miranda em Racing x São Paulo — Foto: Staff Images / CONMEBOL

Como foi a comemoração depois de conquistar uma vaga que alguns já consideravam pouco provável?
– Deu um alívio. É importante quando você vê um sorriso de cada jogador, sabe que estão felizes, sua família está feliz, a sua filha te manda mensagem. É isso que a gente que levar para as pessoas que torcem por esse clube, que quer ver esse clube vencedor é essa energia, a vontade de sempre estar ganhando e vencendo.

Vocês ganharam o Paulistão, mas no começo do Brasileirão houve uma queda. Como você analisa esse rendimento ruim?
– Foi um momento difícil para a gente. Ganhamos o Paulistão, todo mundo ficou feliz, muito tempo que a gente estava sem vencer, mas a gente tinha a consciência de que tinha que melhorar no Brasileiro. Temos essa consciência, mas como te falei antes o grupo é muito focado. Todo mundo sabe que os times passam momentos bons, ruins, mas o que requer da gente é pensar que temos que melhorar, não acomodar e achar que está tudo bem. Não está tudo bem. Esse grupo tem muito de se cobrar, de se fortalecer junto, já provamos isso muitas vezes. Já nos superamos e é muito importante, porque estamos jogando, mas tem muita gente que torce por esse clube, querendo ver as glórias e esse grupo tem a consciência.

Em uma entrevista há um tempo você disse que tinha que fazer valer a pena todo dia que você chegava ao São Paulo. Agora você é titular, foi campeão paulista e prestigiado. Hoje você se sente recompensado pelo esforço que deu ao clube?
– Foi no jogo contra o Mirassol que eu falei na roda, fui capitão naquele jogo: “Eu sei de onde eu saí, sei onde quero chegar e não posso esquecer todo dia em achar que é só mais um trabalho. Não. Estou no São Paulo Futebol Clube”. Todo mundo que está aqui, é visível, sabe como estou feliz de estar no São Paulo, porque estou realizando um sonho tão gigante como o São Paulo. Acho que tem todo um trabalho, tem que agradecer a Deus por todas as pessoas que confiaram no seu trabalho.

– Trabalhei muito em 2019 e 2020 e tinha fé em Deus e com a esperança que o trabalho poderia me dar oportunidade de ajudar o grupo de alguma forma. Jogador não fica contente quando às vezes não pode ajudar. Ele quer atuar para fazer alguma coisa para que o grupo vença junto. Quando o grupo está unido e bem, todos os jogadores estão bem. Se os 35, 40 estão bem, o São Paulo está bem. E eu friso muito nisso, porque acredito nessa união. Ninguém vence sozinho. Às vezes o time com 11, mas os outros que não vão iniciar treinou também na semana para ajudar os 11 para vencer o jogo. Eu sou muito focado no grupo. Eu foco muito nisso. Quando o grupo está unido as coisas são mais fáceis e tudo pode acontecer melhor.

Desde que chegou ao São Paulo você se vê um jogador e uma pessoa melhor? O que mudou do Léo de 2019 para o de 2021?
– Eu sinto que evolui como profissional, mas como pessoa também. Já existia o Léo pessoa tentando fazer o melhor que ele podia tratar o segurança, tratar quem é da limpeza, tratar quem é da cozinha sempre bem. E aqui eu venho fortalecendo nisso cada vez mais. Eu acho cada vez mais importante essa conexão do jogador com cada membro que ajuda esse clube, porque são pessoas que fazer a refeição da gente, com amor, para que a gente venha render bem na quarta, no domingo… Quem limpa, quem corta a grama está fazendo sempre o melhor trabalho possível para que não tenha buraco no campo, estar sempre bom para você executar o melhor trabalho possível. Você passa pelo segurança, dá um bom dia para ele que está cuidando da sua segurança. Cada pessoa, staff… Eu friso muito isso, a união entre o jogador e todo o clube é muito importante. Traz uma conexão boa e deixa leve o ambiente.

Você se mostrou preocupado com causas sociais depois do relato sobre racismo que você deu. Como você viu a repercussão? Você acha que mais pessoas precisavam falar, qual a importância que você vê no futebol para essas causas sociais?
– Eu respeito muito cada um em se posicionar ou não. Eu tenho comigo que tudo que falo eu tento falar com o coração. Você vai pensar no que você vai falar, mas com o coração. Eu nunca me abri para falar daquela causa, do que eu tinha passado sobre racismo ao público. Pessoas próximas sabiam que eu não gostava de tocar, porque todo mundo tem sua cicatriz, foi uma cicatriz que eu tive. Naquele momento eu tive vontade de expor aquilo porque poderia ajudar outras pessoas, encorajar e senti. “Eu sou negro? Sou. Tenho orgulho, ponto. E segue a vida”. Eu aprendi a lidar com isso.

– Tem muita gente que graças a Deus está comprando essa ideia, comprando essa luta de se posicionar. Mas eu respeito muito quem não se posiciona também, porque atrás disso pode ter uma cicatriz que talvez a pessoa pode não querer se abrir. Então a gente tem que respeitar o lado das pessoas também. É manter essa mentalidade que todo mundo é importante. Isso é de berço. Eu saí de baixo, sei de onde saí. Não é porque hoje eu estou no São Paulo que vou esquecer de onde saí. Cada pessoa que trabalha aqui acorda às 4h da manhã. Tem gente que limpa para a gente, na faxina, acorda às 5h… E é o respeito por esses profissionais em cada área que trabalha.

Depois de todas essas conquistas, você renovou o contrato com o São Paulo até 2024. Como foi esse momento na sua carreira?
– Até falei com o meu empresário que a sensação de renovação parece ser melhor do que o primeiro contrato. Parece que quando você renova você está no caminho certo e estão acreditando mais ainda em você. Estão acreditando que até agora você fez seu trabalho e o melhor e está renovando pelo que você fez, pelo que passou. Foi uma sensação especial para mim. Ter renovado foi a sensação melhor que o primeiro, porque mostrou para mim que estou no caminho certo de trabalho, muita luta e dedicação. E primeiro ser uma boa pessoa. Se você é uma boa pessoa você entra e sai de qualquer lugar.

Léo assinou a renovação de contrato com o São Paulo até o fim de 2024 — Foto: Fellipe Lucena/saopaulofc

Léo assinou a renovação de contrato com o São Paulo até o fim de 2024 — Foto: Fellipe Lucena/saopaulofc

A música “Já Chorei Demais” virou uma marca registrada sua e embalou o time no Paulistão. Ela fala de superação, como enfrentar obstáculos… O que ela representa na sua vida?
– Isso tudo começou no Bahia. Eu tive uma entrevista em casa e o cara que estava me entrevistando falou: “Po, Léo, no Bahia você sempre está sempre rindo, pouco murmura das coisas. Não vejo nas redes sociais choramingando, sempre para cima”. Ai eu falei do nada: “Cara, já chorei demais” (risos). Eu tenho muita gratidão a Deus e ao futebol. Mudou minha vida. Aquilo saiu espontâneo. Porque eu vou ficar reclamando, chorando da vida. Já chorei demais. Olha o que estou vivendo hoje, tenho que aproveitar. E ele gostou daquilo e começou a rir. Ai eu fiquei pensando que ia pegar essa frase para mim. Se alguém viesse choramingar eu ia falar “Já chorei demais, agora só coisas boas”. E foi indo. Falava isso para o meu amigo Jhonny Maick, que fez essa música e ele falou que com as palavras ia fazer uma música. Passou uma hora, impressionante, ele é muito bom, e falou que estava pronto. Ele me mandou e foi muito rápido. Eu comecei a ouvir e falei: “Não é que bate na minha história?”. E ele fez baseado naquilo que eu passei. Por isso que sempre escuto ela. Quando estou chegando coloco ela para lembrar de onde saí e de onde quero chegar.

Quais são seus sonhos ainda no São Paulo e como acha que pode terminar essa temporada perfeita?
– Depois que você acostuma ganhar… Eu quero ganhar mais títulos. Eu coloquei uma foto lá em casa, eu com a taça do Paulistão, com a medalha e eu sempre olho aquela foto e me dá vontade de ganhar mais. Eu estava conversando com um rapaz aqui que o que fica são suas histórias para qualquer torcedor, família, vir aqui e ver o quadro e ver o que você conquistou no clube. Você voltar depois de uns anos no clube. Eu olhar e falar: “fui vencedor aqui”. Eu quero ganhar mais títulos pelo São Paulo.

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Fontes: Ge

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