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Saúde

Mãe recebe laudo de morte do filho tendo como causa a vacina

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Mãe recebe laudo de morte do filho tendo como causa a vacina

Médica diz que Bruno tinha uma autoimunidade contra a vacina, o que desencadeou a doença que o matou.

 

Por Andressa Zafalon

 

Arlene Graf é advogada e mora em Blumenau, Santa Catarina. Em agosto de 2021 começou a luta para salvar a vida do filho e, posteriormente, após a morte, a luta por respostas da causa de sua morte.

Bruno Graf, 28 anos, filho de Arlene e também advogado, foi vacinado no dia 14 de agosto com a primeira dose da vacina astrazeneca. Exatamente uma semana depois da aplicação da vacina, mais especificamente no dia 21 do mesmo mês, Bruno reclamou de dor no local da aplicação, fato esse que a mãe achou normal e apenas indicou que fizesse compressas.

Na noite anterior, no dia 20, Bruno teria sentido calafrios e febre. “O irmão mais novo e o irmão mais velho também tiveram reação da vacina, por isso, eu achei normal. Inclusive outras diversas pessoas relataram que tiveram calafrios ou febre”, relembra a mãe.

Mãe recebe laudo de morte do filho tendo como causa a vacina

No dia 22 de agosto, um domingo, o filho da dona Arlene sentiu muita dor de cabeça, pediu um remédio à mãe e tomou. Porém, no dia seguinte, na segunda-feira (23/08), pela manhã, Bruno já não aguentava mais a dor de cabeça forte e quis procurar um hospital.

“Eu tinha saído, cheguei da rua por volta das 10h30 e ele estava no portão me esperando. Imediatamente pediu que eu o levasse no hospital, pois a dor de cabeça estava muito forte, e assim eu fiz. Levei meu filho ao Pronto Atendimento (PA), mas não pude ficar de companhia, já que ele era maior de idade”, explica a mãe.

Arlene foi falando com o filho pelo WhatsApp, para saber como ele estava. “Ele me disse que assim que entrou no PA deram dois remédios pra ele na veia e uma hora depois, mais dois remédios na veia. As 16h30 eu fui lá no PA e queria saber notícias do meu filho. Ele estava, inclusive, sem almoço”, desabafa.

Após chegar no PA, a mãe de Bruno ficou sabendo que o exame PCR dele estava em 113, quando o normal seria em torno de 3. Além disso, a mãe foi informada que as plaquetas de Bruno estavam muito baixas. “Nesse momento a médica me disse que a preocupação era com hemorragia, mas suspeitavam de dengue. Chegaram a colher exame de Covid, mas, posteriormente, deu negativo”, explica.

No dia seguinte, terça-feira (24/08), os médicos coletaram mais sangue do paciente, para a realização e novos exames. Enquanto isso, segundo a mãe, Bruno foi transferido do PA para o quarto e às 14h ela pôde visita-lo. “Fui correndo. Chegando lá perguntei à enfermeira o que tinha dado nos novos exames, quem era a médica responsável, do que meu filho estava sendo tratado, porém, ela só me respondeu que a médica passaria no quarto na manhã seguinte e que o tratamento que ele estava recebendo era contra a dengue”.

Naquela tarde, mãe e filho ficaram juntos por quase duas horas, que era o horário de visita. “Ajudei ele a tomar banho, porque tinha bastante seringas de medicação, conversamos um pouco, veio o lanche e em seguida deu o meu horário. Tirei uma foto do meu filho e o beijei dizendo: te amo filho, amanhã a mãe volta. Fui embora tranquila”.

Por volta das 20h, a mãe Arlene mandou mensagens para o filho, via WhatsApp, mas não obteve resposta. “Pensei que pudesse estar dormindo ou no banheiro. Mais tarde o chamei de novo por mensagem e nenhuma resposta”, destaca.

Mãe recebe laudo de morte do filho tendo como causa a vacina

Às 21h30 a mãe recebe uma ligação do hospital pedindo que ela e o pai fossem até o hospital. “Meu coração disparou e fomos voando. Em 10 minutos eu estava lá e nos mandaram para a sala de espera. Uma hora depois vieram três médicos e foram nos falando aos poucos que o Bruno teve um AVC hemorrágico por volta das 19h e que era gravíssimo e irreversível. Eu não acreditava, eu gritava, urrava de dor”.

Bruno então foi mantido na UTI do hospital, intubado e em coma induzido. “Só um milagre o salvaria”, conta a mãe que passou a usar o twitter para pedir orações para o filho. “Na quarta-feira (24), permitiram que entrássemos na UTI para visita-lo, pois Bruno não tinha salvação. Nesse momento, me deu um estalo e eu perguntei: pode ser da vacina? Os médicos responderam que não podiam descartar essa hipótese”, explica Arlene.

Durante toda a quarta-feira a família entrou por diversas vezes na UTI e sempre na esperança de que Bruno estaria melhor na próxima visita. “Eu queria morrer, ao invés de ver meu filho daquele jeito. Seu corpo estava quentinho, cheiroso, cheiro de neném. Ficamos entrando e saindo da UTI, até que eles fizeram os procedimentos e às 6h22 do sai seguinte, quinta-feira (25) decretaram a morte cerebral”.

Os questionamentos começaram neste momento e Arlene não tirava da cabeça a questão da vacina. “Quando o médico informou a morte, meu marido perguntou: qual foi a causa da morte? O médico respondeu: nós já falamos para vocês. Meu marido então tornou a questionar: foi a vacina? E nesse momento o médico balançou a cabeça afirmativamente”, relembra a mãe.

No dia em que Bruno teve o AVC, o hospital pediu à mãe uma autorização para fazer o exame anti-heparina PF4, que custava R$ 800,00 e não era coberto pelo plano de saúde. “Eu assinei na hora, mas não sabia do que tratava”, informou Arlene.

No dia seguinte, ou seja, no dia 25 de agosto, o hospital devolveu a autorização ao irmão de Bruno e mais tarde solicitaram uma nova autorização da mãe, alegando que agora era para realizar um exame para saber se o AVC aconteceu pro causa da vacina. Este exame também não fazia parte da cobertura do plano e custaria R$ 3.875,00.

“Na hora eu não quis fazer porque achei muito caro e não traria meu anjo de volta, porém, tarde da noite deste mesmo dia, eu mudei de ideia. Não queria conviver com a dúvida. Voltei ao hospital e autorizei o exame”, conta a mãe.

Enquanto tudo isso acontecei, em relação ao exame, a morte cerebral de Bruno já havia sido decretada e o jovem estava mantido pelos aparelhos apenas para poder doar os órgãos, o que foi autorizado pela família.

No laudo do hospital o óbito foi causado por AVC hemorrágico decorrente de Trombocitopenia Trombótica Induzida pela Vacina (VITT), laudo esse também constatado por outros dois laboratórios.

Os exames que comprovaram o AVC em decorrência da vacina são de anti-heparina PF4. “Os anticorpos reacionais atuam diretamente contra o complexo formado pelo PF4 e heparina, portanto, para avaliar a VITT o exame mais indicado é este”, declarou em laudo o laboratório de Santa Catarina, Clinilab Análises Clínicas e também o laudo do Laboratório Alpha Group Medicina Integrativa, de São Paulo.

Mãe recebe laudo de morte do filho tendo como causa a vacina

LAUDO MÉDICO-PERICIAL – BRUNO OSCAR GRAF – 22 SET 2021 – DRA. MARIA EMILIA GADELHA SERRA (1)

(Link do laudo completo)

Médica

Segundo a médica Maria Emília Gadelha Serra, responsável pela emissão de um dos laudos, Bruno tinha uma autoimunidade contra a vacina, o que desencadeou a doença que o matou. “Não é uma alergia, é uma autoimunidade. O AVC foi causado pela Trombocitopenia Trombótica Imune Induzida por Vacina SARS-Cov-2 do tipo AstraZeneca, recebido no dia 14 de agosto deste ano”, explica.

De acordo com a Sociedade Americana de Hematologia, a VITT é atualmente definida como uma síndrome clínica caracterizada por todas as anormalidades laboratoriais e radiológicas anormais descritas abaixo que ocorrem em indivíduos 4 (quatro) a 30 (trinta) dias após a vacinação com a vacina Ad26.COV2 ou ChAdOx1 nCoV-19 (vacina de vetor viral que é produzida no Brasil pela Fiocruz em parceria com a indústria farmacêutica AstraZeneca).

O exame de anticorpo anti-heparina PF4 (Fator Plaquetário 4) utilizando a técnica de Enzimaimunoensaio de Bruno Oscar Graf foi coletado em 24 de agosto de 2021 e retornou positivo, confirmando o diagnóstico de Trombocitopenia Trombótica Imune Induzida por Vacina SARS-Cov-2 (VITT) associado à vacina AstraZeneca, “que motivou seu óbito por hemorragia cerebral maciça 12 (doze) dias após o recebimento da referida vacina”, conclui a médica.

Bruno Oscar Graf laudo 2

Advogado

O advogado Eduardo Bastos Moreira Lima, que está cuidando do caso de Bruno Graf, gravou um vídeo e disse que o objetivo da mãe Arlene Graf, bem como dele, como advogado, é de “buscar a verdade em relação aos fatos e a verdade em relação a este processo vacinal que todos nós estamos passando”.

Eduardo também afirma que não se trata de ser contra a vacina, mas sim, uma busca dos efeitos adversos que ela pode causar. “Queremos que esses efeitos colaterais sejam explicados pelas autoridades responsáveis. Ao invés de ajuizarmos uma ação judicial, efetuamos questionamentos aos órgãos de fiscalização e controle, para que essas entidades possam, dentro das suas atribuições e das suas competências, buscar as contradições e informações necessárias”, frisa o advogado.

Foram oficializados, até o momento, Ministério Público Federal e Estadual; a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), enquanto entidade e classe representada pro Arlene e Bruno Graf; Defensoria Pública da União; Assembleia Legislativa de Santa Catarina; Ministério da Saúde e Anvisa.

“Nós vamos aguardar a posição dessas entidades para que, uma vez tendo as respostas, possamos determinar o rumo das ações que tomaremos no futuro”, conclui o advogado.

Até a data de hoje (09/11), apenas o Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) havia respondido, através da 15ª Promotoria de Justiça da Comarca de Blumenau. No questionamento, o advogado pede a contribuição do órgão para o estabelecimento de um protocolo técnico voltado ao adequado esclarecimento aos pacientes vacinados e para o controle de dados que correlacione a vacinação e possíveis efeitos colaterais.

Como resposta, o MP-SC disse que “os fatos à apreciação são complexos e aparentemente graves, de modo que mereceriam uma acurada reflexão e profundos estudos nesta Promotoria. Entretanto, penso que a representação foi direcionada ao órgão ministerial que não tem as atribuições formais e o alcance necessário para apreciar a matéria e dar as respostas almejadas pela parte representante, pois me parece claro que o órgão com atribuição para o caso é o Ministério Público Federal”, assinado por Odair Tramontin, promotor de justiça.

Ministério da Saúde

O Diário de SP entrou em contato com o Ministério da Saúde, porém, até o momento, não obteve nenhuma resposta.

Prefeitura de Blumenau

Por meio de nota oficial a Prefeitura lamentou a morte do advogado e informou que o caso está sendo investigado pela Vigilância Epidemiológica do município e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado.

Além disso, ressaltou que é precoce afirmar que a causa da morte tenha alguma relação com a primeira dose da vacina astrazeneca, aplicada em Bruno.

 

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