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Dia a Dia

Justiça de SP condena McDonald’s a indenizar cliente por agressões homofóbicas após compra

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A Justiça de São Paulo condenou o McDonald’s a indenizar em R$ 15 mil uma cliente chamada de “sapatona” várias vezes e agredida verbal e fisicamente por uma funcionária após adquirir um lanche.

O caso ocorreu na tarde de 26 de fevereiro de 2021 na loja da lanchonete localizada dentro de um hipermercado na Penha, Zona Leste da capital paulista. Ainda cabe recurso.

Segundo a decisão do juiz Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, da 34ª Vara Cível, o McDonald’s afirmou no processo que não poderia fornecer as imagens das gravações das câmeras de segurança, pois o equipamento estava queimado, mas confirmou que a funcionária teria reagido a uma agressão preliminar da cliente.

O McDonald’s negou, durante o processo, a existência de discriminação homofóbica. Em nota, a empresa disse que “reitera o seu total compromisso com a promoção de um ambiente inclusivo e respeitoso” e que “repudia qualquer comportamento preconceituoso ou discriminatório” (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem).

Para o juiz, as agressões à cliente, uma frentista que trabalha em um posto de gasolina próximo ao local, ficaram “incontroversos – e são suficientes aos danos morais”.

“A autora foi agredida verbalmente com palavras reiteradas e gestos de tentativas de agressões físicas, chutes e pontapés, e isso ocorreu nos limites acessíveis do seu local de trabalho, no meio público e durante o almoço com uma colega. Não há razões para funcionária da ré fazer essa tamanha invasão no espaço então ocupado regularmente pela autora em seu horário de almoço, e como parte do seu trabalho. Em tais circunstâncias o que resta é a motivação homofóbica, ou seja, a lesão a honra tão somente pela orientação sexual da autora”, escreveu o juiz.

O advogado da vítima, Pedro Schoola, afirma que houve falha da empresa na prestação do serviço e que, por isso, entrou com processo diretamente contra o McDonald’s.

“Nós responsabilizamos diretamente o McDonald’s pois entendemos que o tratamento homofóbico, enquanto consumindo, constitui uma falha da prestação de serviços prestados pelo restaurante”, afirmou .

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G1

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