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Júri condena a mais de 30 anos de prisão acusados de matar casal

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Júri condena a mais de 30 anos de prisão acusados de matar casal

Sentença saiu após mais de 20 horas de julgamento em Araçatuba (SP).
Casal foi morto em 2014, dentro de casa.

Depois de mais de 20 horas de julgamento no fórum de Araçatuba (SP), a Justiça condenou os dois homens acusados de participar da morte de um casal, em 2014. Marido e mulher foram mortos a tiros dentro de casa no bairro Jussara. O júri era para ter sido realizado em fevereiro, mas foi suspenso após uma jurada reclamar de ser escolhida.

O julgamento começou na quarta-feira (8) e varou a madrugada. A sentença foi lida apenas durante a manhã desta quinta-feira (9). Os dois acusados foram condenados a mais de 30 anos de prisão por homicídio qualificado, por motivo fútil e sem direito a defesa para as vítimas.

Carlos Alberto Sales, acusado de ser o mandante do crime, foi condenado a 35 anos de prisão. Já Emerson Ferreira Brito, acusado de ter levado o atirador até a casa das vítimas, vai ter que cumprir 32 anos e oito meses. O advogado de Emerson ainda não sabe se irá recorrer da decisão, enquanto o advogado de Carlos disse que irá recorrer.

O crime aconteceu em outubro de 2014 na casa das vítimas, no bairro Jussara. A dona de casa  Clarice Miranda, de 55 anos, e o marido dela, o aposentado Egidio Ribeiro, de 56, foram mortos a tiros durante um provável atentado contra o filho mais novo do casal. Ele também estava no local, mas correu e se escondeu depois que viu o atirador.

Quando o criminoso entrou na casa encontrou o casal na sala e deu um tiro no Egídio e três na Clarice. De acordo com a polícia, um possível desentendimento entre o filho das vítimas e o ex-sogro dele, que foi condenado por ser o mandante do crime, seria o motivo do ataque que terminou na morte do casal.

Os condenados foram levados de volta para o Centro de Detenção Provisória de Riolândia (SP), onde vão aguardar transferência pra uma penitenciária da região. Um terceiro envolvido no crime, acusado de atirar no casal, não foi julgado ainda. Os advogados recorreram de uma decisão da Justiça, por isso o julgamento dele ainda não foi marcado.

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