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Jovem de 13 anos é aprovado para estudar em escola de circo referência mundial: ‘Sonho com Cirque de Soleil’

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Jovem de 13 anos é aprovado para estudar em escola de circo referência mundial: 'Sonho com Cirque de Soleil'

Vitor Martinez Silva, morador de São José do Rio Preto (SP), viaja à Montreal, no Canadá, neste sábado (23), para estudar na École Nationale de Cirque.

Desde os três anos de idade, Vitor Martinez Silva, de São José do Rio Preto (SP), se apaixonou pelos encantos do circo. Da paixão nasceu um sonho: ser um artista circense e subir ao picadeiro para se apresentar ao respeitável público.

No entanto, ele não sonhava pequeno. Depois de assistir a um DVD alugado pela mãe, chegar ao Cirque du Soleil, a trupe mais famosa do mundo, se transformou em objetivo. Com empenho e apoio dos pais, dez anos depois, o menino conquistou a chance de chegar mais próximo da meta.

Aprovado entre os dez melhores candidatos de todo o mundo para estudar em uma das mais renomadas escolas do planeta, a École Nationale de Cirque, o menino, de apenas 13 anos, vai viajar para Montreal, no Canadá, neste sábado (23) para morar e batalhar em tempo integral pelo sonho.

Menino foi aprovado para estudar na École National de Cirque em Montreal, no Canadá (Foto: Renato Pavarino/G1)

Menino foi aprovado para estudar na École National de Cirque em Montreal, no Canadá (Foto: Renato Pavarino/G1)

“O objetivo dele era muito claro desde pequeno. Ele não assistia desenho, como toda criança. Ele assistia à apresentação do Cirque du Soleil, até 15 vezes por dia e também colecionava espetáculos”, diz Carla Barbosa Martinez Silva, mãe de Vitor.

Ao G1, o garoto contou toda a trajetória, rotina de treinos, estudos e a modalidade que o levou até a aprovação. Aos 5 anos, Vitor começou a fazer aulas de ginástica na escola onde estudava. Depois ganhou uma bolsa de estudos e desenvolveu outras disciplinas como o tecido aéreo, a lira, o contorcionismo, entre outras.

Contudo, a modalidade que mais chamou a atenção dele foi o Diabolo e ele passou a praticar sozinho vendo vídeos na internet. “Eu sempre gostei de circo em geral, mas no DVD existia um ato chamado Diabolo. Nele, quatro chinesas lançavam um ioiô chinês e eu fiquei fascinado por isso e comecei a treinar todos os dias”, conta Vitor.

As audições mundiais para a École Naionale de Cirque começaram no final de 2017. Vitor já tinha participado de várias apresentações em cidades do Brasil e aperfeiçoado durante anos a técnica do ioiô chinês, modalidade que considera ser mais habilidoso.

Também aprendeu o inglês e francês estudando sozinho. “A língua inglesa eu já sabia um pouco porque moramos durante três meses nos Estados Unidos, mas o francês tive que aprender sozinho no começo com vídeos e aulas na internet. Depois fiz um curso intensivo e aulas particulares”, afirma o estudante.

Garoto aprendeu a falar inglês e francês estudando sozinho e com ajuda de professores particulares (Foto: Arquivo Pessoal)

Garoto aprendeu a falar inglês e francês estudando sozinho e com ajuda de professores particulares (Foto: Arquivo Pessoal)

Segundo o garoto, primeiro a família enviou um vídeo para a escola com os exercícios exigidos. O segundo passo, foi fazer uma entrevista em inglês e francês. Depois veio uma prova escrita com duração de cinco horas e uma redação nas duas línguas. A última fase foi conversar novamente com o diretor da escola.

Após seis meses, a mãe Carla Barbosa Martinez Silva recebeu um e-mail confirmando que o filho havia sido aprovado na categoria de 12 a 15 anos.

“Minha mãe estava no celular e começou a chorar. Eu agi como se nada tivesse acontecido, não tive nenhuma reação, a ficha não tinha caído. Hoje, eu estou muito feliz. Saber que fui um dos dez aprovados em uma prova em que candidatos do mundo inteiro concorreram é muito gratificante”, comemora o adolescente.

Vitor se apresenta para o público em uma rua em Rio Preto (Foto: Arquivo Pessoal)

Vitor se apresenta para o público em uma rua em Rio Preto (Foto: Arquivo Pessoal)

Malas prontas

Vitor e os familiares já estão de malas prontas para irem ao Canadá. A viagem está marcada para este sábado (23) e as aulas na École começam em agosto.

“Vamos ficar 40 dias lá com ele. Enquanto isso a gente vai adaptando a vida dele, o ensinando a andar de ônibus e metrô. Depois ele fica por contra própria morando e estudando na escola”, conta Carla Barbosa Martinez Silva, que trabalha como agente de turismo educacional e tradutora.

Rotina na École National de Cirque

De acordo com Vitor, a rotina na escola é bastante puxada. “No período da manhã temos aula de diversas matérias como português e matemática. A tarde é a parte circense, que dura quatro horas. À noite temos acompanhamento fisioterápico.”

Em todo momento, os alunos são tutorados por professores que acompanham as atividades e o dia a dia deles. Além da arte circense, a parte educacional é extremamente rígida. “A bolsa de estudos é pensada em cima das notas acadêmicas do aluno e não do aprendizado circense”, conta Carla.

Mais próximo do Cirque du Soleil

Carla explicou que o Cirque du Soleil fica no mesmo quarteirão da escola em que o filho vai estudar. Mas não é só a proximidade física que é interessante para Vitor. A formação que a École National de Cirque proporciona aos alunos é um grande passo para a audição do Cirque du Soleil.

“Cerca de 95% das pessoas que tentam entrar no Cirque du Soleil depois de se formarem [na escola] são aprovadas. Não é que você sai da escola e já está empregado, mas na École National de Cirque você tem preparação teatral, de dança, de tudo. A escola já vem te preparando para alcançar um objetivo maior”, explica Vitor.

Quem está realizado com a conquista do garoto é a família, que deixou a distância e tristeza de lado. “Pessoalmente, eu estou muito feliz. O fato de saber que ele está próximo do sonho dele é muito satisfatório para nós e os professores do colégio”, comemora Carla.

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