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Dia a Dia

Jogadoras brasileiras que foram cercadas pelas tropas russas conseguem fugir da Ucrânia e desembarcam em SP

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Duas jogadoras brasileiras que foram cercadas pelas tropas russas que invadiram a Ucrânia, no mês passado, conseguiram deixar o país e chegaram nesta terça-feira (8) no Brasil.

 

Kedma Larissa e Lidiane de Oliveira, que jogam futebol no Kryvbas Women, time da cidade de Kryvyi Rih, no sudoeste do país e a 400 km da capital Kiev, desembarcaram nesta manhã no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

“Teve horas que cheguei a pensar que a gente não ia conseguir pelo fato de a gente estar sendo cercado pelas tropas russas, né?”, disse Kedma, que é piauiense. “A gente ficava bem no centro da Ucrânia então as outras cidades tudo estavam sendo atacadas, então a gente estava com medo de sair e não conseguir.”

“A gente tentou sair na quinta [3] na primeira vez, só que estava muito cheio o trem, muito lotado e muito frio também. A gente não conseguiu sair, a gente não teve sucesso e a gente acabou voltando para o hotel”, falou Lidiane, que é de São Paulo. “Cada momento que a gente tentou sair, que a gente ficou lá, acho que foi escrito por Deus. A gente saiu na hora e no momento certo.”

No clube ucraniano de futebol Kryvbas Women, atuam as brasileiras Kedma Larissa Santos e Lidiane Oliveira  — Foto: Arquivo Pessoal

No clube ucraniano de futebol Kryvbas Women, atuam as brasileiras Kedma Larissa Santos e Lidiane Oliveira — Foto: Arquivo Pessoal

A guerra na Ucrânia teve início no último dia 24 de fevereiro, quando tropas do exército da Rússia invadiram o país vizinho. Um dos motivos para o ataque é que os russos não querem que os ucranianos integrem a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que é liderada pelos Estados Unidos.

Nesta madrugada desembarcaram as jogadoras de futebol Kedma Larissa, do Piauí, e Lidiane de Oliveira, de São Paulo. Ambas atuam no clube de futebol Kryvbas Women e deixaram a região de conflito ucraniano.

3 jogadores continuam na Ucrânia

 

Kedma ao lado de Aline e Eduardo Goldstein, casal proprietário da Taltus, que presta assessoria a atletas na Ucrânia — Foto: Divulgação/Grupo Taltus

Kedma ao lado de Aline e Eduardo Goldstein, casal proprietário da Taltus, que presta assessoria a atletas na Ucrânia — Foto: Divulgação/Grupo Taltus

Outros atletas brasileiros que jogavam no futebol já conseguiram deixar o país na semana passada.

Mas segundo Eduardo Goldstein, sócio do Grupo Taltus, que assessora atletas brasileiros que atuam na Ucrânia, três jogadores do futsal ucraniano, ainda não conseguiram deixar o país: Daniel Rosa, Éverton Florêncio e Cláudio Garcia.

De acordo com o empresário, eles estão em um apartamento na cidade de Kherson, no sudeste da Ucrânia, que está totalmente dominada pelos russos.

“Existem três jogadores hoje em Kerson, eles estão no apartamento deles. A parte boa é que Kerson nesse momento está pacificada, ela não está com nenhum tipo de conflito. Ninguém entra e ninguém sai de Kerson”, falou Eduardo. “Nossa esperança é que tenha um cordão humanitário.”

 

Segundo Eduardo, a Embaixada do Brasil na Ucrânia não conseguiu resolver o impasse.

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GE

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