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Saúde

Instituto de Medicina Tropical da USP fará monitoramento de novas cepas e variantes da Covid-19 em parceria com Prefeitura de SP

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Instituto de Medicina Tropical da USP fará monitoramento de novas cepas e variantes da Covid-19 em parceria com Prefeitura de SP

Prefeitura da capital disse ainda que eventuais medidas contra a chegada da variante ômicron, encontrada até agora em quatro países, dependem de novas informações sobre ela.

A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (26) um novo monitoramento das cepas do coronavírus em circulação na capital paulista em parceria com o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP). Antes, o sistema de monitoramento de variantes da Covid-19 era conduzido majoritariamente pelo Instituto Butantan.

O novo acompanhamento, que deve ter início na semana que vem, é uma estratégia epidemiológica diante da descoberta da variante ômicron, detectada na África do Sul e que já chegou a Israel, Bélgica e Hong Kong. Ainda não se sabe se ela é mais transmissível ou mais letal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que precisará de semanas para compreender melhor o comportamento da variante.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, qualquer outra medida de resposta à possível chegada da nova variante ao Brasil não pode ser tomada ainda por conta da escassez de informações sobre ela. Os técnicos da secretaria devem ter uma nova reunião na segunda-feira (29) para decidir quais medidas devem ser adotadas no âmbito da Vigilância Epidemiológica municipal.

“Nosso pessoal já conversou hoje com o Instituto de Medicina Tropical, vamos enviar as amostras a partir da semana que vem”, disse Aparecido.

De acordo com o secretário, os sequenciamentos serão feitos em um esquema parecido com o que foi adotado para detectar a variante delta. A diferença é que, no caso da delta, a parceria foi feita com o Instituto Butantan, ligado à Secretaria Estadual da Saúde.

Desde junho deste ano um sistema preliminar de monitoramento da circulação de variantes na capital está sendo implementado por meio de uma parceria entre a prefeitura, a rede de laboratórios Dasa, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e o Instituto de Medicina Tropical (IMT).

Guarulhos pede barreira sanitária

 

A Prefeitura de Guarulhos encaminhou, nesta sexta-feira (26), um pedido ao governo federal para que sejam instituídas barreiras sanitárias para passageiros provenientes de países do continente africano, principalmente África do Sul, ou que tenham passado pelo continente nos últimos 15 dias.

A medida, segundo o prefeito Guti (PSD), foi tomada por causa da descoberta de uma nova cepa do coronavírus, a ômicron, que foi classificada pela Organização Municipal de Saúde como “variante de preocupação”.

“Essas barreiras devem incluir, além dos exames de rotina já estabelecidos, o comprovante de vacinação. Caso seja necessário, incluir também um sistema de quarentena para esses passageiros antes que possam circular livremente em nosso território”, disse o prefeito de Guarulhos.

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Guti afirma que desde antes mesmo da chegada da pandemia ao Brasil, no começo de 2020, quando as primeiras notificações sobre a Covid-19 foram registradas na China, ele vem cobrando as autoridades sanitárias brasileiras para estabelecer barreiras eficazes no Aeroporto de Guarulhos, principal porta de entrada de estrangeiros ao país.

A Prefeitura de Guarulhos informou que protocolou um ofício na tarde desta sexta-feira (26) nos Ministérios da Saúde, da Casa Civil, da Infraestrutura, da Justiça e Segurança Pública e da Defesa.

“Entendemos que é urgente a adoção de medidas mais eficazes para o controle de acesso de passageiros provenientes do continente africano, mesmo que não sejam por voos diretos, mas também por conexões”, disse.

Anvisa faz recomendação

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nota técnica nesta sexta recomendando que o governo brasileiro adote medidas de restrições para voos e viajantes vindos de parte da África, em decorrência da identificação da variante B.1.1.529.

Os países identificados na nota técnica alvo das medidas são, especificamente, África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

A Anvisa informa, contudo, que a efetivação das medidas sugeridas depende de portaria interministerial editada conjuntamente pela Casa Civil, pelo Ministério da Saúde, pelo Ministério da Infraestrutura e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“É uma variante que possui características mais agressivas e que, obviamente, requer das autoridades sanitárias mundiais medidas imediatas. É exatamente o que fizemos há poucos minutos. Já enviamos nossas notas técnicas para os ministérios da Casa Civil, Saúde, Infraestrutura e Justiça no sentido que voos vindos desses países, são países localizados no sul do continente africano, sejam temporariamente bloqueados, não venham para o Brasil”, explicou o diretor Antonio Barra Torres à GloboNews (veja vídeo abaixo).

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Ômicron

 

A ômicron foi descoberta na África do Sul. Ela é considerada variante de preocupação, pois tem 50 mutações, sendo mais de 30 na proteína “spike” (a “chave” que o vírus usa para entrar nas células e que é o alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

Ainda não se sabe se ela é mais transmissível ou mais letal: a própria OMS diz que precisará de semanas para compreender melhor o comportamento da variante.

Ao menos nove países e/ou territórios já anunciaram restrições a voos de nações africanas devido à B.1.1.529 até o momento.

Ela foi reportada à OMS pela primeira vez em 24 de novembro de 2021, pela África do Sul. A situação epidemiológica no país tem sido caracterizada por três picos de casos notificados, sendo que o último era com a variante delta.

Nas últimas semanas, as infecções do coronavírus no país aumentaram, o que coincide com a detecção da B.1.1529. O primeiro caso confirmado da cepa foi de uma amostra coletada em 9 de novembro de 2021.

De acordo com OMS, a variante apresenta um “grande número de mutações”, sendo que algumas delas trazem preocupação.

“Evidências preliminares sugerem uma alta no risco de reinfecção com esta variante, em comparação com as outras versões do coronavírus. O número de casos da B.1.1.529 aparenta estar crescendo na maioria das províncias da África do Sul”, afirma a OMS.

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G1

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