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Hidrovia Tietê-Paraná recebe obra para aprofundar canal do rio

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Hidrovia Tietê-Paraná recebe obra para aprofundar canal do rio

Investimento será de mais de R$ 200 milhões.
Governador de SP e ministro dos Transportes estiveram em Buritama.

A obra no fundo do rio Tietê que vai aprofundar o leito teve o pontapé dado nesta quinta-feira (23). A intenção é melhorar e aumentar o transporte hidroviário, principalmente depois seca histórica e que paralisou a hidrovia Tietê-Paraná. O próprio Departamento Hidroviário diz que o Brasil amargou R$ 700 milhões de prejuízo, com quase dois anos de escoamento feito por caminhões. O  investimento será de mais  de mais de R$ 200 milhões.

O início das obras teve a presença do governador de SP Geraldo Alckmin (PSDB) e do ministro dos Transportes Maurício Quintella. Durante o trajeto, a partir da usina de Nova Avanhandava, em Buritama (SP), Alckmin anunciou o início da escavação em parte da hidrovia Tietê-Paraná. A obra vai aprofundar o canal do rio.

O dinheiro para obra está vindo do governo federal e R$ 30 milhões já foram liberados. A previsão é de 29 meses de trabalho. O principal objetivo é evitar a paralisação do transporte hidroviário em períodos de seca.

“A obra vai ser no gargalo da hidrovia, que são 10 quilômetros de pedras, que torna o calado baixo para a navegação. Vamos tirar 700 mil metros cúbicos de pedra, rebaixamento de 2,4 metros em 10 quilômetros. Mesmo com seca forte a hidrovia não para”, afirma o governador.

Seca atrapalha transporte pela hidrovia Tietê-Paraná (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Seca atrapalha transporte pela hidrovia Tietê-Paraná (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Em maio de 2014 a navegação na hidrovia Tietê-Paraná  foi suspensa. Por causa da estiagem o nível do rio diminuiu bastante impedindo a navegação. Foram quase dois anos de paralisação e a passagem das barcaças só foi liberada  em janeiro do ano passado.

Segundo o Departamento Hidroviário do Estado foram escoadas mais de oito milhões de toneladas de produtos, principalmente soja, milho e celulose. As cargas saem de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Esse tipo de transporte desafoga as rodovias porque  cada comboio equivale a 200 caminhões. “Além disso vai garantir maior flexibilidade na geração de energia porque quando há falta de chuva, precisa gerar energia, precisa liberar água da barragem e isso atrapalha a navegação”, afirma Quintella.

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